Falar que a morte de Michael Jackson foi um fato midiático é um puta clichezaço. Mas foi. E foi grande.

Uma mensagem por segundo no Twitter. Congestionou o Google News (que botou captcha). E mandando no iTunes.

Foi grande.

Mas vamos pensar em como você ficou sabendo que o Michael Jackson morreu. Como eu não vivo na consciência de mais ninguém, vou falar sobre mim — mas um dos links acima, o do Daily Mail, tem até uma sequência cronológica das notícias veiculadas. continue lendo »

Carboidratos e gordura ajudam melhorar humor, diz pesquisador. Ou “quanto mais calorias ingeridas, mais feliz você fica”. Sim, é tudo verdade.Eu, você e nossas mães já sabíamos disso — maaaas, agora, você pode também destilar seu conhecimento sobre o motivo da felicidade encontrada em uma trufa Lindor:

“Estímulos com carboidratos e gordura provocam um aumento claro nos níveis de dopamina, que é um dos neurotransmissores envolvidos na melhora dos estados de humor”, explica o professor Ivan de Araújo, pesquisador brasileiro que trabalha no Laboratório de Neurobiologia da Alimentação da Universidade de Yale, nos Estados Unidos.

Mas lembrem-se do que Elle Woods nos ensinou: exercícios nos dão endorfinas, endorfinas nos fazem felizes (e pessoas felizes não atiram em seus maridos).

Eu conheci a greve antes da USP — escola estadual do prézinho à oitava série. Nesses anos, passei por aquela situação estranha de férias fora de época, para voltar e ter pseudo-aulas de sábado.

Aí veio o colégio particular.

Aí veio a USP. continue lendo »

Uns dias atrás, por vias escusas, eu me reencontrei com o disco ao vivo do Joey McIntyre. E foi um momento de pura felicidade boba — que é um dos melhores tipo de felicidade conhecidos. Como eu já não ligo para a minha imagem pública, vou explicar mais ou menos o que é o “One Too Many”.

O Joey McIntyre, para quem não reconheceu, é um dos integrantes dos New Kids on the Block. É meu NKOTB preferido, desde quando eu tinha cinco anos de idade e ele cantava “Please don’t go girl”. O “One Too Many” foi um disco ao vivo que ele lançou depois dos dois primeiros discos solo. O crédito do CD é “Joe Mac and Eman” — o Joe Mac, obviamente, é o Joey McIntyre; o Eman é o Emanuel Kiriakou, que começou a escrever músicas com ele na época do “Meet Joe Mac” e também já trabalhou com Backstreet Boys, Jesse McCartney, Nick Lachey, os próprios NKOTB e vários outros artistas constrangedores que aparecem na minha playlist.

Mas vamos ao “One Too Many”. continue lendo »

O Estadão está com uma coisa que eu vou chamar de “promoção para conseguir mais assinantes”. Faz parte da campanha informação/conhecimento (que explica que aprender a andar de bicicleta >>> derrubar o muro de Berlin — até porque o mundo não aprendeu nada com o muro). continue lendo »

F5 porque já que eu estava fazendo mesmo…

1. What are your feelings about milk?

Sem querer ferir os sentimentos do leite, só se for integral, gelado e com chocolate.

2. What are your feelings about cheese?

Queijo é ótimo. Conserta metade das comidas do mundo. E, como todos sabem, queijo não estrada — muda de categoria. Ok, that’s a lie.

3. What are your feelings about yogurt?

Ai, alguém tem problemas com iogurte? Nem comento. Então vamos pra lembrança de infância: sabe aquela bandejinha com 6 danones? Era tipo 4 de morango, 1 de coco e 1 de qualquer outra coisa (maçã? banana?). Enfim. Na casa de alguém o de coco era consumido quando ainda tinha outras opções na geladeira?

4. How do you feel about soy milk?

Eu era meio frustrada porque Mupy de maçã era tudo de bom, mas os outros que eu tomava não eram lá grande coisa. Mas aquele da Nestlé (o de maçã é melhor) também vale.

5. How far are you from the nearest cow?

Longe. Bem longe. Espero.

Não que eu não goste de vaquinhas. Um tempo atrás, eu estava especulando sobre minha micro-arca-de-noé e estava decidida a salvar as vaquinhas e as galinhas em um caso de apocalipse bizarro. Porque almoçar ursinhos polares e gatinhos seria too much.