Archive for May, 2008

3 coisas que eu preciso fazer

Friday, May 30th, 2008

1) Começar a desconstrução de uma dissertação de mestrado para a aula de quinta-feira.
É melhor fazer agora porque:  a apresentação não será nesta quinta-feira, mas tem possível reunião do grupo na quarta ou na quinta.
Eu não quero fazer agora porque: não sei bem como começar. Ou fazer. Ou terminar.

2) Ler quatro textos para a aula de terça-feira.
É melhor fazer agora porque: eu tenho menos tempo até o deadline.
Eu não quero fazer agora porque: é possível ver uma aula sem ter lido um texto, mas não é possível terminar os outros cursos sem fazer os trabalhos.
3) Escrever o projeto de monografia para a aula do sábado.
É melhor fazer agora porque: se eu não deixar para depois, entrego junto com o fim das aulas e volto a ter finais de semana livres.
Eu não quero fazer agora porque: as outras coisas são mais urgentes.

Repetições

Thursday, May 29th, 2008

Achei em um ex-blog de 2004:

É claro que nada disso é compatível com Jornalismo, mas Jornalismo e eu conversamos e decidimos que realmente o melhor é que cada um siga o seu caminho. Uma separação gradual (se arrastando até o meio do ano que vem) e amigável, sem ressentimentos. Por uma, Jornalismo não tem 10 milhões de dólares. E nem preciso da segunda.

Confissão #8

Wednesday, May 7th, 2008

CSI original (Las Vegas) é melhor que CSI:Miami e CSI:NY, mas o tema de CSI:NY (”Baba O’Riley”) ganha de todos (”Who Are You” em LV e “Won’t Get Fooled Again” em Miami).

A confissão? A confissão é que eu gosto mais da edição ultra-curta da abertura de CSI:NY (a original, não o remix da 4ª temporada) do que dos 5:05 da música de verdade.

Você só interpreta com o repertório que tem

Wednesday, May 7th, 2008

Onde: FE
Quando: hoje à tarde
O quê: aula de Leitura, História e História da Leitura (que é legal, de verdade)

O que o professor estava falando:

Assim temos essas duas funções da biblioteca: preservação (dos livros) e difusão (do conhecimento). Em certos períodos, a questão da conservação dos livros faz do bibliotecário aquela figura que gosta de livros e da organização e catalogação dos livros, mas não dos leitores.

O que eu estava pensando:

Madame Pince.

O que o professor estava falando:

E então temos esse imaginário do bibliotecário como o Cérbero

O que eu estava pensando:

Fofo!

O que o professor estava falando:

Nas bibliotecas desses monastérios existe essa relação de permitido e restrito. Os livros que se podia ler, e os que você precisava de uma autorização. São prateleiras com correntes, livros que ficavam presos às estantes…

O que eu estava pensando:

Ah, a seção restrita da biblioteca de Hogwarts.