Porque eu não sou caracol

Dentro da temática “tenho os horários mais flexíveis do mundo”, acabei me inscrevendo no seminário de Estudos Irlandeses na FFLCH nesta segunda-feira (ah, sim, e choveu de novo). A primeira palestra foi especialmente boa, o último palestrante era especialmente engraçado e eu meio que não entendi metade do que o cara de Maynooth disse.

Mas não era esse o assunto.

A questão é que na palestra da Maureen Murphy (que estava comentando o livro Brooklyn, do Colm Toibin), ela resolveu perguntar “where is home?”. Where is home?

É claro que alguém citou que home is where the heart is. E, pra falar a verdade, muita gente associou home a pessoas e a sentimentos e coisas assim. Para mim, home é colocar a chave no cadeado do portão da minha casa e sentir o estalinho.

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