TV Relapse 2010

Ano passado, eu resolvi dar uma melhorada no meu comportamento televisivo. Cortei várias coisas questionáveis (sim, estou falando de One Tree Hill) e uma dose pesada de séries de mulherzinha (adeus, Grey’s Anatomy!). Para completar, algumas das minhas séries preferidas foram canceladas (snif, T:TSCC).

Por conta dessa limpeza (voluntária e involuntária), estou meio que sem coisas para cortar neste ano. E as coisas meio que pioraram, porque a minha busca por metadona me levou a guilty pleasures (olá, 10 Things I Hate About You). Sem contar que as previsões iniciais parecem indicar mais renovações do que cancelamentos no meu grid particular. As minhas chances de detox estão em algumas séries mais ou menos estabelecidas (oi, House) que eu meio que não estou seguindo muito fielmente.

Mas vamos lá…

TV Relapse 2010

Versão abril/2010
Estou tentando superar algumas coisas.

Acabou

  • Sinto até culpa de ter sido cética com Dollhouse — ela acabou virando a melhor série da lista. Consequentemente, foi cancelada.

Detox?

  • Preciso parar de ver Heroes. Acho que o final do volume deu algum tipo de closure, e o começo do volume seguinte tirou o resto de vontade.
  • FlashForward começou tão promissora… e agora eu não sei nem se terei coragem de ver os episódios que sobraram. A não ser que aconteça um milagre, corto.
  • Human Target… tá, o roteiro precisa melhorar bastante. Mas é tipo ver um filme do 007 com o Mark Valley. E todas as participações especiais do universo geek. Tipo, teve o William B. Davis.
  • House não tem problemas de roteiros, mas quantas vezes eu preciso ver o Hugh Laurie resolvendo um mistério da medicina?
  • E Mentalist é tipo o House do CBI (aliás, metade das séries dos últimos cinco anos usa uma variação de Gregory House). O Simon Baker é divertido e tal, mas acho que não preciso acompanhar isso com muita vontade.
  • Falando em acompanhar com vontade, quantos anos já deu de CSI? Se nem o William Peterson aguentou, por que eu aguentaria?

Mais uma chance

  • Eu gostei de Party Down, mas faz tanto tempo… e não tem mais a Jane Lynch. Mas, vamos lá, enquanto o Rob Thomas não cria nada melhor…
  • E, enquanto a Amy Acker não aparece em nada melhor (aka ‘qualquer projeto do Joss Whedon’), vou tentar ver Happy Town. Sei-lá-quando isso estrear.
  • Mas acho que aposta cega mesmo é V. Ainda não mostrou a que veio, fora a parte de misturar todo o elenco de apelo sci-fi conhecido.

Por favor, fique

  • Falando em sci-fi, eu super melhorei a posição de Fringe no eixo X (em relação ao ano passado). Não pela conspiração, não pelo bizarro. Pelos Bishops. Os Bishops são ótimos.
  • Life Unexpected acabou de começar e é da CW, mas precisa ser renovado. Por quê? Porque tem a Shiri Appleby. Porque não existe mais Gilmore Girls. Porque eu não vejo mais OTH e mereço um guilty pleasure.

Agora vem a parte doentia

  • Dizem que Chuck não está em risco neste ano. Não vai precisar de campanhas bizarras no Subway nem nada do tipo. E eu sei que é tudo meio parecido, mas o Adam Baldwin é genial. E é engraçadinho. E tem JEFFSTER!.
  • Castle também é considerado certeza. Eu sei que estou me livrando de seriados de crimes em geral, mas em Castle o crime é uma desculpa para passar 45 minutos com o Nathan Fillion. Super vale.
  • Falando em certeza, The Big Bang Theory foi renovado faz muito tempo. E a fórmula deve ter algum limite, mas vinte e poucos minutos por semana é encorajador. Gasta pouco tempo, sabe?
  • Glee também foi renovado e eu nem preciso falar nada.
  • Eu preciso falar é de 10 Things I Hate About You. Sim, eu entendo. A ideia parecia péssima. Mas é tão bonitinho. E também é curto. A relação custo/benefício é fantástica.
  • E, finalmente: eu prometo ver o Doctor Who (quando voltar com o 11º doctor). Nunca segui muito porque não peguei desde o começo e odeio começar as coisas na metade, mas vi o especial do final do ano passado com a troca de doctors e acho que chegou a hora.

E é isso. Por favor, não tentem sugerir coisas novas. Se você souber como cortar mais algumas, me avise (eu tenho dificuldades para interromper o que eu já comecei).

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