Como eu (finalmente) terminei de ver Torchwood
(Ainda em “tudo o que eu tinha que escrever nos últimos meses e não escrevi”.)
Neste final de semana tem a volta do Doctor Who. Com o 11º Doctor. Que é um ator mega-fofinho.
Mas vamos voltar. Doctor Who. Doctor Who passava no People+Arts mas eu nunca fui capaz de aprender a grade do P+A e, consequentemente, nunca acompanhei uma série naquele canal. Fora que existe uma certa dificuldade para assistir uma série que ninguém daqui de casa gosta. E meu pai não gosta muito desse tipo de coisa, enquanto minha mãe achava Doctor tosco demais. Então eu não consegui ver nem o Eccleston, nem o Tennant.
Maaaas eu tentei ver Torchwood. Porque começou depois e tal. Acho que a tradição toda de Doctor Who me deixa inibida, mas Torchwood era o capitão Jack Harkness. Tinha terminado a S1 um tempo atrás, mas estava toda atrasada com a S2. E não queria ver S3/Children of Earth antes de terminar as duas primeiras temporadas.
Quando eu ainda estava no meio da S2 veio o especial de “adeus Tennant/olá Matt Smith” e eu lembrei de assistir. E aí eu decidi que, desta vez, eu ia sim acompanhar o Doctor Who (ver: o ator é mega-fofinho).
Com o Doctor prestes a voltar e já desencanada dos dois Doctors anteriores, achei que o mínimo necessário era terminar Torchwood. O que incluiu episódios às 4 da manhã e uma maratona Children of Earth que praticamente me matou. Estou falando de assistir o quinto dia à meia-noite e alguma coisa com a bateria do notebook pedindo água e eu chorando no pior estilo “why, Jack, why?”.
Sim, eu continuo passando mal com ficção científica.
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