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Eu sinto um pouco de angústia com viagens no tempo. Assim, viagens no tempo da ficção mesmo. Já que o tempo não é uma linha contínua, eu imagino tudo simultâneo. E aí eu imagino o Marty McFly preso em loops neste exato momento. Para sempre.

Eu ouço Jason Mraz. É, eu sei. (Não, não é por causa de “I’m Yours”. Começou quando eu vi “The Remedy” no Letterman. Na verdade, era o John McEnroe — o Letterman estava de licença médica ou alguma coisa assim.)

Eu meio que não ligo de jogar água nas formigas que aparecem na pia da cozinha. Aí, meio segundo depois, eu sinto culpa.

Eu nunca tinha percebido que “Todos os homens do presidente” era uma referência a Humpty Dumpty. (Obrigada, Bougnoux.)

Quero aprender o “Hoedown Throwdown”. Só que não tenho nenhuma coordenação motora.

Não estou nem planejando ver o sexto “Harry Potter” no cinema. Talvez vá se minha mãe quiser e tal, mas realmente nem estou com muita vontade. Em parte, porque meio que superei HP faz uns 5 anos — meio que li os últimos livros feliz por saber que estava acabando. Em parte, porque os filmes [...]