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Na semana passada, a Mia completou dois meses de residência aqui em casa. Quando eu disse isso, minha mãe perguntou “Só???”. Isso porque em apenas dois meses a Mia precisou ser levada ao veterinário umas 4 ou 5 vezes e meio que bagunçou a vida do mundo.

Estava lá vendo TV com a minha mãe e passa no AXN um promo de “Castle”. Porque eles finalmente vão começar a exibir a primeira temporada (demorou só um ano, imagina). Aí eu obviamente tenho uma reação de “oh eles vão começar a passar ‘Castle’!!!” mesmo já tendo visto o episódio desta semana. Mas, sei [...]

Porque eu passo bem sem. Porque, ano passado, eu descobri que não preciso nem ler sobre. Porque eu preciso ter critérios. E se eu começo a assistir qualquer coisa que passa na TV, vou acabar lendo sobre os Gosselins. E já estabelecemos que eu não preciso disso either. Porque, de verdade, eu não ligo pra [...]

“Ringworm” não é verme, é fungo. Eu sei porque passei as festas de final de ano com uma estampa permanente de bolinhas nos braços e nas pernas. (Aproveitando: ser “lifelike”, na propaganda de “Criminal Minds” que passa no AXN, tem o sentido de “parecer de verdade/parecer vivo”, e não “ser cheio de vida”.)

No ano passado, eu reclamei (um pouco) sobre como uma notícia existe/cresce em dezembro só porque mais nada está acontecendo. Não que isso seja novidade — a São Silvestre, afinal, foi inventada para achar assunto para a Gazeta Esportiva (mas hoje em dia o Globo Esporte preenche espaço com a final do campeonato de várzea [...]

Se você era consciente em 1999, possivelmente se lembra de duas coisas malas daquele final de ano: o medo do bug do milênio (convenhamos — o pior que ele causou foi “Armadilha”) e as pessoas que insistiam que o mundo milênio ia acabar. Não, pessoas. O milênio não acabou em 31 de dezembro de 1999. [...]