(Ainda em “tudo o que eu tinha que escrever nos últimos meses e não escrevi”.)

Neste final de semana tem a volta do Doctor Who. Com o 11º Doctor. Que é um ator mega-fofinho.

Mas vamos voltar. Doctor Who. Doctor Who passava no People+Arts mas eu nunca fui capaz de aprender a grade do P+A e, consequentemente, nunca acompanhei uma série naquele canal. Fora que existe uma certa dificuldade para assistir uma série que ninguém daqui de casa gosta. E meu pai não gosta muito desse tipo de coisa, enquanto minha mãe achava Doctor tosco demais. Então eu não consegui ver nem o Eccleston, nem o Tennant.

Maaaas eu tentei ver Torchwood. Porque começou depois e tal. Acho que a tradição toda de Doctor Who me deixa inibida, mas Torchwood era o capitão Jack Harkness. Tinha terminado a S1 um tempo atrás, mas estava toda atrasada com a S2. E não queria ver S3/Children of Earth antes de terminar as duas primeiras temporadas. continue lendo »

(Continuando o “tudo o que eu tinha que escrever nos últimos meses e não escrevi”.)

Começou em setembro passado, quando a Liuca e o Juliano me deram a trilogia Millennium. Que eu tinha pensado em ler porque o autor era sueco ou alguma coisa assim e todo o mundo estava lendo.

Só que a Lígia tinha me dado o Por Acaso no ano anterior e eu ainda não tinha lido (que vergonha!), então achei melhor passar esse para a frente da fila. Ele é curtinho (narrativa bacana, história meio não muito história) e foi super rápido.

Aí, sim, veio a trilogia. Que é enorme (narrativa cinematográfica) e custou algumas madrugadas (mas bem menos do que o esperado considerando o tamanho dos livros). continue lendo »

(Mais uma parte do “tudo o que eu tinha que escrever nos últimos meses e não escrevi”.)

Vamos começar por um ponto importante: sou uma feliz estudante de pós-graduação com bolsa Capes. Adoro ser bolsista. O dinheiro não é lá muita coisa, mas os horários são ótimos.

Mas, afinal, o prazo do meu mestrado é agosto — então a bolsa vai acabar em algum momento. O que significa que, em algum momento, eu vou precisar trabalhar. (Se você tiver uma solução melhor, favor me informar. Aceito doações e acredito em casamento por interesse.) continue lendo »

(Vou aproveitar o sábado para escrever tudo o que eu tinha que escrever nos últimos meses.)

TOEFL (Test of English as a Foreign Language) era uma daquelas coisas que eu ouvia falar quando fazia curso de inglês (lá por 1996) e pensava que um dia eu ia fazer. Mas, antes, super ia me preparar — até porque a taxa foi de 185 dólares. Anos depois, eu ainda não tinha feito o TOEFL porque o certificado tem validade de dois anos e meu passaporte venceu em branco.

Aí aconteceu assim: em 22 de novembro do ano passado, minha irmã me avisou de um concurso do IAG com inscrições até o dia 24. No dia 23 de novembro, eu fiz a inscrição no concurso e no TOEFL (porque o edital exigia). No dia 11 de dezembro, eu fiz a prova. Ou seja: a tal superpreparação durou 18 dias.

Mas, quer saber? Meu score foi de 115/120. continue lendo »

Lhys.org completou cinco anos. Não vou fazer um slideshow de “o que foi feito com isto aqui até agora”, até porque não aconteceu nada tão fantástico nesses cinco anos.

Mas são cinco anos do meu milímetro quadrado. O que isso significa?

Rapidinho, antes que acabe o dia: aparentemente, hoje foi o quarto aniversário da primeira mensagem do Twitter, ever. A estreia foi do criador da coisa, Dr. Frankenstein Jack Dorsey e, como toda primeira mensagem importante da história da internet, trazia um conteúdo muito profundo:

just setting up my twttr

Pois é.

A minha primeira mensagem no Twitter foi muito depois disso. 12 de dezembro de 2007, com muita profundidade:

I’ve overslept. Again.

Pois é. Eu monologuei em inglês até o meio de 2008, quando comecei a fazer o estágio PAE. Porque as jovens pessoas do JC, ao contrário dos meus amigos velhos, tinham Twitter.

The end.