Compro? Não compro?
September 22nd, 2008Dia de compulsão para comprar livros. Mas vamos concordar que seria bizarro ser aluna de pós contando todos os meus livros nos dedos das mãos.
Dia de compulsão para comprar livros. Mas vamos concordar que seria bizarro ser aluna de pós contando todos os meus livros nos dedos das mãos.
Meu avô estava na minha casa, pensando que quer muito ir embora. Quando alguém finalmente percebe e oferece a carona, ele sai apressadamente da minha casa (o mais rápido que os pés de 90 anos e com joanete permitem) e espera ansiosamente ao lado do carro. Minha irmã, percebendo isso, imagina (provavelmente com razão) que meu avô quer mesmo é ir ao banheiro, e que ele prefere usar o dele (banheiro de casa é melhor do que todos os outros). Então ela sai correndo atrás dele perguntar se ele quer usar o banheiro.
O problema? O problema é que meu avô é japonês. Ele adora caipirinha, torce para o Brasil em qualquer esporte e passou mais de sete décadas por aqui, mas ele é oditchan e fala um híbrido estranho de português com japonês. Minha avó (obatchan) começava a anotar receitas em português (”bolo de cenoula”) e depois desencanava e completava em japonês mesmo. Enfim.
Voltando à minha irmã e ao meu avô… bom, ela resolveu perguntar pra ele se ele queria usar o banheiro. Aí ela repetia (bem alto, porque ele é meio surdo) “Obento? Obento?”. O problema? O problema é que “obento” é a marmita. O banheiro é o “benjo”. A torcida é que meu avô seja realmente surdo — e não tenha entendido nada.
(Sinceramente, não sei soletrar nenhuma dessas palavras.)
Se a sua ventoinha quebrar, faça um backup e compre um computador novo.
Em 15 passos: como um caso de gripe vira falência renal — e como o tratamento recomendado é uma lobotomia.
Se a sua boca estiver machucada, não tente comer frutas cítricas.
Você faria “terapia familiar e de casal” com a pessoa que leiloou a virgindade em um bordel de Nevada?
(Achei no blog do Kanye West, que eu nunca visito de verdade — mas que precisei abrir por causa de trabalho. Juro. Mas também tem uma nota sobre isso no NYT.)
A revista Esquire fez uma capa especial com E-Ink, que é basicamente… bom, basicamente o letreiro da capa pisca tipo aquelas placas de propaganda em Tóquio, só que de uma forma muito mais modesta. Tipo aquelas roupas geek que piscam e levam pilhas AAA, sabe?
Posso estar muito errada. Assim, muito errada. Do tipo “pessoas no futuro vão ler este post e rir”. Mas alguém mais acha que teria sido muito mais interessante se a Esquire tivesse lançado uma revista tipo Kindle? Mas, ok, vamos dar um desconto para a Esquire. Ela acabou de entrar no século 21.
Por algum motivo, o blog do Kanye West tem um vídeo (do tipo “é só isso?”) e umas fotos sobre o mecanismo da coisa (”tudo isso para fazer essa merrequinha?”). Sei lá, talvez o efeito seja mais bacana usando esses óculos bizarros…

Eu não entendi nada sobre o Grande Colisor de Hádrons. A meu favor, só posso dizer que não passei mais do que 20 segundos lendo sobre isso. Se alguém souber me explicar isso em 20 segundos…
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Bom, esta é uma tentativa.
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E aqui está outra.
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Passei o dia tentando pensar em alguma coisa significativa sobre completar 25 anos. Virar a esquina. Chegar à idade dos cremes anti-idade (embora eu ainda seja adepta dos produtos anti-acne).
Acho que o melhor que eu consegui foi a resposta que eu dei para a Marcela quando ela me perguntou o que eu queria: “Que os próximos cinco anos demorem bastante”.
Para falar a verdade, evitei grandes crises e ataques de pânico porque 1) estava muito ocupada comendo as sobras do brunch de aniversário (adiantado para o domingo) e 2) todas as pessoas com quem eu falei hoje eram mais velhas que eu.
Mas, agora, 23:55… tudo o que eu consigo pensar é que 25 é um número múltiplo de 5. E eu adoro múltiplos de 5 (só interrompo o microondas quando a casa de segundos restante é um múltiplo de 5). Por uma questão meio matemática, mas muito mais autista mesmo.