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	<title>Letras Miúdas &#187; apocalipse</title>
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	<description>Letras pequenas, surtos intermináveis</description>
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		<title>11-08-10. O-M-G.</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Aug 2010 23:50:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lhys</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Mestrado]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
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		<description><![CDATA[UPDATE: Reparou que o blog não atualiza faz tempo? Pois é. A auto-destruição não será completa porque eu adoro um arquivo, mas não vai ter nada de novo por aqui não. Reparou nessa faixa cinza ridícula aí embaixo? Pois é, esses são os sites que você deveria visitar agora. &#8230; e o dia 11 de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong style="background: #FFFF00">UPDATE: Reparou que o blog não atualiza faz tempo? Pois é. A auto-destruição não será completa porque eu <em>adoro</em> um arquivo, mas não vai ter nada de novo por aqui não. Reparou nessa faixa cinza ridícula aí embaixo? Pois é, esses são os sites que você <em>deveria</em> visitar agora.</strong></p>
<p>&#8230; e o dia 11 de agosto de 2010 chegou. Chegou e meio que passou (quase), sem nem perceber que era um dia nível #2012.</p>
<p>Hoje se completaram <a title="LM: A tradicional explicação confusa" href="http://lhys.org/letrasmiudas/2008/02/11/a-tradicional-explicacao-confusa/" target="_self">30 meses desde minha matrícula na pós</a>. Também conhecido como &#8220;deadline&#8221;. E, sim, <a title="Twitter: @Lhys" href="http://twitter.com/lhys/status/20407285674" target="_blank">eu entreguei o mestrado dentro do prazo</a>, ok? Com praticamente uma semana de sobra. Sim, fantástico.</p>
<p>Também se completaram <a title="LM: Como eu envelheci dez anos em uma semana" href="http://lhys.org/letrasmiudas/2010/05/17/como-eu-envelheci-dez-anos-em-uma-semana/" target="_self">3 meses desde que eu comecei a trabalhar</a>. Também conhecido como &#8220;fim do período de experiência&#8221;, &#8220;estabilidade no emprego&#8221; e &#8220;agora você vai ter que entrar para o Sintusp, invadir a biblioteca da FAU e fazer sei-lá-mais-o-que para ser demitida&#8221;. E eu posso estar reclamando sem motivos, mas este aqui é o meu .org então eu posso reclamar sem motivos: estabilidade é uma coisa assustadora.</p>
<p>Falando em &#8220;este aqui é meu .org&#8221;, hoje também é o marco de <a title="LM: A tradicional explicação confusa" href="http://lhys.org/letrasmiudas/2008/02/11/a-tradicional-explicacao-confusa/" target="_self">30 meses da criação do blog</a>. Ele vai sobreviver até a defesa do mestrado e depois se auto-destruirá.</p>
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		<title>Como eu envelheci dez anos em uma semana</title>
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		<pubDate>Mon, 17 May 2010 21:36:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lhys</dc:creator>
				<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[apocalipse]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje eu completei minha primeira semana no emprego. Aliás, minha primeira semana em um emprego. Ever. Srsly. Sim, do nada. Bom, quase do nada. Lembra o concurso que eu não tinha passado? Pois é, aquele mesmo. Obrigada, primeira classificada, pela falta de interesse. Obrigada, sorte, por eu ter ido parar no IAG (e não no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje eu completei minha primeira semana no emprego. Aliás, minha primeira semana em um emprego. <em>Ever</em>. Srsly.</p>
<p>Sim, do nada. Bom, quase do nada. <a href="http://lhys.org/letrasmiudas/2010/04/03/como-eu-nao-arrumei-um-emprego/" title="LM: Como eu não arrumei um emprego">Lembra o concurso que eu não tinha passado?</a> Pois é, aquele mesmo. Obrigada, primeira classificada, pela falta de interesse. Obrigada, sorte, por eu ter ido parar no IAG (e não no Tusp, que fica na Mariantonia&#8230;). E obrigada, Cruesp, pelo <a href="http://www.jornaldocampus.usp.br/index.php/2010/05/cruesp-propoe-657-de-reajuste-greve-continua/" target="_blank" title="JC: Cruesp propõe reajuste 6,57% de reajuste; greve continua">reajuste de 6,57%</a>.</p>
<p>Mas, agora que já se passou uma semana e eu estou em condições de sentar no computador do Labri para escrever minhas pseudomemórias (não que eu esteja escrevendo minhas pseudomemórias &#8212; mas estou sim no Labri), vamos à narrativa toda&#8230;<span id="more-841"></span></p>
<p>No dia 13 de março, o IAG convocou a primeira classificada e eu deprimi. <strong>Aí eu comi, superei.</strong> <a href="http://twitter.com/lhys/status/10940127417" target="_blank" title="@Lhys">A bolsa Capes tinha sido renovada</a>. Meus pais me sustentam. Eu não vou morrer de fome (e posso até comer para desdeprimir). Aí, no dia 28 de abril &#8212; quando eu já tinha parado de procurar meu nome no Diário Oficial todas as manhãs &#8212; o departamento pessoal do IAG me liga.</p>
<p>Sabe uma coincidência? Foi na semana que o meu irmão e a Anapaula tinham voltado da França, então eu tinha o toblerone gigante do duty free, que eu havia encomendado. E quando eu passei no mestrado, eu tinha um toblerone gigante do duty free, comprado quando meu irmão voltou da Noruega ou da Dinamarca. Ou seja: <strong>toblerone gigante está sempre presente nos momentos importantes!</strong><br />
<em><br />
But I digress&#8230;</em></p>
<p>Voltando ao dia 28 de abril, quarta-feira, lá fui eu (e meu pai, é claro) correr atrás de cópias e documentos para levar ao IAG no dia seguinte. Eu sei que eles são forçados a esperarem 5 dias úteis, mas eu sempre acho que vai rolar um arrependimento. Quando passei na Fuvest, fiz matrícula na manhã do primeiro dia. Quando passei no mestrado, fiz matrícula assim que a porta abriu, também no primeiro dia. Vai lá <em>antes que mudem de ideia</em>, sabe?</p>
<p>No dia 29, quinta-feira, levei a papelada ao IAG e saí de lá com pedido de exame médico. Aproveitei e passei no Ubas/HU para pegar as guias. Só que foi justo na semana que eu estava com gripe, então nem me apressei. Decidi ficar de molho na sexta-feira, dia 30, tomando remédio e chá e usando meias e havaianas. Até que o IAG me liga e eu estava na cama e eles estão com pressa&#8230;.</p>
<p>Acabei aparecendo no HU no dia 3 de maio, segunda-feira, e desci até o IAG para pedir o agendamento do exame médico &#8212; que ficou para a segunda-feira seguinte, 10 de maio. Como eu ainda acho que o mundo pode mudar de ideia, não estava nem falando para ninguém (menos para a Ná, mas ela estava online na hora que o IAG me ligou na primeira vez e eu precisava surtar). Enquanto isso, minha mãe contava para o mundo, então eu encontrava as pessoas e elas me diziam &#8220;parabéns&#8221; e eu pensava &#8220;geeeente, meu aniversário é em setembro!&#8221;.</p>
<p>Mas eventualmente a notícia virou pública e circulou em uma lista de e-mails de terceiros porque eu trabalhando é tipo 2012. <strong>Corram!</strong> Calma, universo. Tudo está normal. Eu sei, eu sei, alguém me contratou &#8212; mas é porque não tinha nenhuma entrevista no processo.</p>
<p>Enfim. Quando o mundo já sabia e rezava, no dia 10 de maio, saí inocente do HU com meu papel de &#8220;apta&#8221; para levar ao IAG. Aí me deram um papel para assinar dizendo que eu começava no dia 11, às 8 horas. Pera, <strong>DIA 11???</strong></p>
<p>Eu sei, eu sei. A sensação é &#8220;<strong>finalmente alguém vai se casar comigo e eu não posso nem ter uma hen night?</strong>&#8220;. Por aí. Sim, eu faço paralelos entre casamento e emprego. E eu também ouço músicas deprê de fim de caso quando não passo em entrevistas de emprego. Aí eu fiz o que eu poderia fazer numa situação como essa: fui para a ECA. E aí eu fiz a outra coisa que eu poderia fazer: passei no Sweden comprar um folheado de chocolate.</p>
<p>Mas é mais ou menos isso. Dia 11 de maio, aniversário de vida proletária para mim e para o meu irmão (mas o dele foi em 2006). <em>Se o mundo não acabou daquela vez, não vai acabar agora.</em></p>
<p>Não garanto nada para 2012.</p>
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		<title>Ah, sim, eu completei 26 anos</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Sep 2009 03:43:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lhys</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ego]]></category>
		<category><![CDATA[apocalipse]]></category>
		<category><![CDATA[celular]]></category>

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		<description><![CDATA[Deixei passar por aqui porque foi basicamente o pior dia do ano e eu surtei o suficiente no Twitter. Para quem não reconheceu, foi no dia 8 de setembro. Aquela terça-feira em que o céu caiu, a marginal fechou, algumas pessoas morreram e todas as outras ficaram presas no trânsito. Comecei muito bem a meia-noite [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Deixei passar por aqui porque foi basicamente o pior dia do ano e eu <a title="Twitter: #lhys26" href="http://search.twitter.com/search?q=lhys26" target="_blank">surtei o suficiente no Twitter</a>. Para quem não reconheceu, foi no dia 8 de setembro. Aquela terça-feira em que o céu caiu, a marginal fechou, algumas pessoas morreram e todas as outras ficaram presas no trânsito.<span id="more-659"></span></p>
<p>Comecei muito bem a meia-noite sozinha em casa (abandonada, na verdade) ouvindo &#8220;Happy Birthday to You&#8221; dos New Kids on the Block. Sim, eu ouço essa música em todos os meus aniversários. Chama-se <strong>&#8220;tradição&#8221;</strong>.</p>
<p>Depois de cumprir a tradição, achei melhor tentar dormir porque o dia seguinte começaria cedo. Assim, para mim. O dia começou quando sempre começou, mas isso não interessa. O que interessa é que todos os despertadores da casa tocaram às 5 da manhã. Uma hora depois, minha mãe me telefona para dizer &#8220;Feliz aniversário&#8221; (até então, só os NKOTB tinham feito isso) – nesse momento, a bateria do meu telefone resolve me dizer adeus (volto a falar sobre o telefone algum dia desses) e eu passei o resto do dia incomunicável.</p>
<p>Incomunicável mesmo. Até comprei um cartão de telefone assim que cheguei à USP e até consegui terminar a conversa com a minha mãe, mas aí a Telefonica resolveu atrasar a vida da humanidade e eu não conseguia mais telefonar para ninguém.</p>
<p><em>Enquanto isso acontecia, também chovia.</em></p>
<p>Mas eu tinha mais o que fazer – reunião de avaliação do primeiro JC do semestre. Com alguns momentos de voo solo. Poucos, felizmente.</p>
<p><em>Enquanto isso, chovia lá fora.</em></p>
<p>Fim da manhã (passada ao lado de pessoas que não sabiam do meu aniversário). Hora do almoço. Sim, almoço de aniversário sozinha no Sweden. Fantástico. Juro que superaria o trauma se não fosse a enchente no bolsão do restaurante – eu não conseguia sair de lá por nenhum caminho. Eventualmente, aceito que não tem jeito e vou escolhendo os trechos menos horríveis. O que não foi suficiente para evitar aquele pisão do <strong>&#8220;droooooga minha meia está molhada&#8221;</strong>.</p>
<p><em>Ah, sim, continuava chovendo.</em></p>
<p>Aula de Gaeilge na FFLCH durante a tarde. Juro, chove toda terça-feira. Acho que faz parte do clima irlandês da coisa. Enfim, a tarde ao lado de pessoas que não sabiam do meu aniversário. E sem celular. E o orelhão não funciona.</p>
<p>Ainda chovia quando eu entrei no fretado. Por conta de toda aquela chuva, o fretado fez o caminho mais bizarro ever e, ainda assim, cheguei bem mais tarde em casa. O que não fez muita diferença, porque não tinha ninguém em casa.</p>
<p><em>Como assim?</em></p>
<p>Como assim que meus pais levaram 9 horas e meia para viajar da praia para a minha casa. Fantástico. Sempre tem alguém tendo um dia pior que o seu, certo?</p>
<p>Ainda tinha uma garoa quando a minha pizza de aniversário (sim, foi deprê mesmo) chegou.</p>
<p>Sabe o que é pior? 26. 26. Ainda não entendi isso muito bem. Como é que <strong>eu</strong> posso ter mais de 25 anos?</p>
<p>Para tentar consertar, fizemos festinha de aniversário no sábado. Festinha mesmo. Minha mãe até convidou os vizinhos. E tinha mini hot-dog e brigadeiro. E velinhas. As velinhas diziam &#8220;26&#8243;. Assustador.</p>
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		<title>Guinness, bombas, Suécia e casinhas</title>
		<link>http://lhys.org/letrasmiudas/2009/06/10/guinness-bombas-suecia-e-casinhas/</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 02:34:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lhys</dc:creator>
				<category><![CDATA[Qualquer coisa]]></category>
		<category><![CDATA[apocalipse]]></category>
		<category><![CDATA[aula]]></category>
		<category><![CDATA[ditados]]></category>
		<category><![CDATA[poliglota]]></category>

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		<description><![CDATA[Última aula do curso de irlandês, com direito a música (vídeo via @myarmoursstrong), Guinness sem gelo, queijo e geléia (a julgar pelos rótulos, acho que a comida irlandesa perdeu espaço para um certo espírito italiano). Aí eu vou para o Labri e alguém chega gritando &#8220;Gente, jogaram bomba [de 'efeito moral'] na P1!&#8221;. O que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Última aula do <a title="FFLCH: Cultura e Extensão" href="http://www.fflch.usp.br/sce/cursos/1_irlandesI.htm" target="_blank">curso de irlandês</a>, com direito a <a title="YouTube: Irish Class" href="http://www.youtube.com/watch?v=2px1huBVA1E" target="_blank">música</a> (vídeo via <a title="Twitter: @myarmoursstrong" href="http://twitter.com/myarmoursstrong" target="_blank">@myarmoursstrong</a>), <a title="Guinness" href="http://www.guinness.com" target="_blank">Guinness</a> sem gelo, queijo e geléia (a julgar pelos rótulos, acho que a comida irlandesa perdeu espaço para um certo espírito italiano).</p>
<p>Aí eu vou para o Labri e alguém chega gritando &#8220;<span class="status-body"><span class="entry-content">Gente, jogaram bomba [de 'efeito moral'] na P1!&#8221;. O que gera certo descontrole no <a title="Twitter: @lhys" href="http://twitter.com/lhys/status/2093895519" target="_blank">Twitter</a> durante alguns minutos. Ok, muitos minutos. Não, não cheguei perto da P1.</span></span></p>
<p><span class="status-body"><span class="entry-content">Então eu resolvo que é hora de jantar, porque a greve nunca chega na Suécia mesmo. Quando eu estava saindo de lá, lembro que <em>mmm tem croissant de chocolate</em>, então volto para o caixa para comprar um. Termino de pagar e alguém com cara de aluno de humanidades (ei, não me chamem de preconceituosa! eu sou uma aluna de humanidades!) chega para a pessoa do caixa:</span></span></p>
<p><span class="status-body"><span class="entry-content">- Oi, onde é a casinha?<span id="more-549"></span></span></span></p>
<p><span class="status-body"><span class="entry-content">A pessoa do caixa não entende nada. Outra pessoa atrás do balcão não entende nada. A dona do Sweden, ali do lado, não entende nada. Aí eu achei melhor explicar:</span></span></p>
<p><span class="status-body"><span class="entry-content">- É o banheiro.</span></span></p>
<p><span class="status-body"><span class="entry-content">O suposto aluno de humanidades confirma que é o banheiro, aí a pessoa do caixa explica onde é. Enquanto isso, eu espero colocarem meu croissant de chocolate no saquinho de papel &#8212; e a dona do Sweden resolve perguntar que história é essa de &#8220;casinha&#8221;.</span></span></p>
<p><span class="status-body"><span class="entry-content">Sei lá. Casinha. Eu uso a palavra &#8220;casinha&#8221; como piada &#8212; nunca perguntei onde é a casinha do posto de gasolina nem nada, mas já usei a palavra aqui em casa.</span></span></p>
<p><span class="status-body"><span class="entry-content">Enfim. Falei que, imagino, a palavra &#8220;casinha&#8221; tenha surgido quando o banheiro ficava fora de casa. Há muitos e muitos anos. A dona do Sweden, que tem muita noção, percebeu que eu sou muito jovem. <em>Muito</em> jovem. <strong>Muito</strong>.</span></span></p>
<p><span class="status-body"><span class="entry-content">Que história é essa de casinha?</span></span></p>
<p><span class="status-body"><span class="entry-content">Começo a desconfiar que tenha sido via <a title="b.l.o.g.: Banheiro do Chico Bento" href="http://radociou.blogspot.com/2008/06/banheiro-do-chico-bente.html" target="_blank">Chico Bento</a>.<br />
</span></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Uma pessoa, ou um milhão de pessoas</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Apr 2009 15:51:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lhys</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geek-ish]]></category>
		<category><![CDATA[apocalipse]]></category>
		<category><![CDATA[caso perdido]]></category>
		<category><![CDATA[meus 2 cents]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu prefiro seguir pessoas que eu realmente conheço no Twitter, embora a maior parte dos meus amigos insistam que eles são velhos em não usar essas coisas. E existem algumas coisas realmente úteis que têm certa utilidade: o @stoa, o @diditleak&#8230; Mas, de vez em quando, eu acabo aumentando minha modesta lista com @NathanFillion (que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu <em>prefiro</em> seguir pessoas que eu realmente conheço no Twitter, embora a maior parte dos meus amigos insistam <span style="text-decoration: line-through;">que eles são velhos</span> em não usar essas coisas. E existem algumas coisas <span style="text-decoration: line-through;">realmente úteis</span> que têm certa utilidade: o <a title="Twitter: @stoa" href="http://www.twitter.com/stoa">@stoa</a>, o <a title="Twitter: @diditleak" href="http://www.twitter.com/diditleak">@diditleak</a>&#8230;</p>
<p>Mas, de vez em quando, eu acabo aumentando minha modesta lista com <a title="Twitter: @NathanFillion" href="http://www.twitter.com/NathanFillion">@NathanFillion</a> (que <a title="Twitter: @NathanFillion" href="http://twitter.com/NathanFillion/status/1531014505">foi comer com o Alan Tudyk</a>! <em>OMFG!</em>) ou <a title="Twitter: @Josh_Friedman" href="http://www.twitter.com/Josh_Friedman">@Josh_Friedman</a>. Sei lá, eu quero saber se o TOD de <em>T:TSCC</em>.</p>
<p>Hoje, essa seção mais constrangedora do meu Twitter ganhou a <a title="Twitter: @oprah" href="http://www.twitter.com/oprah">@oprah</a>. A chegada da @oprah, é claro, não é aleatória: ela coincide com o <a title="Oprah.com: Oprah Twitters with Ashton Kutcher " href="http://www.oprah.com/dated/oprahshow/oprahshow-20090417-fridays">programa dela sobre o Twitter</a>, que terá participação de Ashton Kutcher &#8212; &#8220;king of Twitter&#8221;.</p>
<p>Por que o Ashton Kutcher? Bom, se vc (como a <a title="Twitter: @kinggayle" href="http://www.twitter.com/kinggayle">@kinggayle</a>) se sente perdido quando ouve falar em Twitter&#8230; <a title="CNET: Ashton outmaneuvers CNN to 1 million on Twitter" href="http://news.cnet.com/8301-17939_109-10221831-2.html">o Ashton Kutcher foi o primeiro a cruzar a marca de 1 milhão de seguidores</a>.</p>
<p>Basicamente, ele tinha 900 mil e alguma coisa no <a title="Twitter: @aplusk" href="http://www.twitter.com/aplusk/">@aplusk</a>. Era o #2, porque o <a title="Twitter: @cnnbrk" href="http://www.twitter.com/cnnbrk">@cnnbrk</a> (CNN Breaking News), que nem era da CNN, tinha alguns milhares a mais. Aí a CNN comprou o @cnnbrk. E aí o Ashton Kutcher resolveu que ia ganhar da CNN e lançou o desafio:</p>
<blockquote><p>I found it astonishing that one person can actually have as big of a voice online as what an entire media company can on Twitter. And so I just thought that was just kind of an amazing comment on the state of our media, and I said that, if I beat CNN to 1 million viewers, then I would ding-dong ditch Ted Turner &#8212; because I don&#8217;t think it&#8217;s gonna happen</p></blockquote>
<p>A CNN aceitou o desafio ao vivo, na TV mesmo. Os momentos finais da corrida contaram não só com o Ashton Kutcher vlogando ao vivo &#8212; também foi falado <em>no meio da transmissão da CNN</em>.</p>
<p>Eu comecei a contar pelo final, então nem preciso dizer que o Ashton Kutcher ganhou (e isso qualificou como <a title="Twitter: @cnnbrk" href="http://twitter.com/cnnbrk/status/1540140813">CNN Breaking News</a>). E então voltamos ao que foi dito no desafio: &#8220;Acho espantoso que uma pessoa pode realmente ter uma voz online tão grande quanto a de uma companhia de mídia no Twitter&#8221;.</p>
<p>Mas, quer saber? Não concordo muito com essa frase. Sim, é chocante que mais pessoas acompanhem o Ashton Kutcher (falando sobre o quê? ele passou a última semana toda postando incessantemente sobre isso!) do que, digamos, a CNN (não sigo nenhum dos dois, mas sigo <a title="Twitter: @hansonmusic" href="http://www.twitter.com/hansonmusic">@hansonmusic</a>). Mas não é uma questão de uma <em>pessoa</em> ter uma &#8220;voz online&#8221; maior que a, digamos, da CNN.</p>
<p>Acho que isso é sintoma de <em>outra coisa</em>.</p>
<p>Acho que preciso parar de escrever no blog e fazer logo a qualificação para terminar logo o mestrado para me dedicar à minha pesquisa fictícia sobre o <em>pop</em>.</p>
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		<title>O sonho do blog famoso</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Apr 2009 18:57:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lhys</dc:creator>
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		<category><![CDATA[meus 2 cents]]></category>

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		<description><![CDATA[Ano passado, comentei que a carreira de jornalismo tinha 2179 candidatos na Fuvest. Falei que isso era preocupante, mas nunca disse que isso era surpresa. Por algum motivo, ano após ano, a relação candidato/vaga é ridiculamente alta em carreiras como jornalismo, publicidade e audiovisual. Entre as reclamações que eu ouço, as buscas (alheias) por emprego, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ano passado, comentei que a carreira de jornalismo tinha <a title="Letras miúdas: Três preocupações" href="http://lhys.org/letrasmiudas/2008/11/13/tres-preocupacoes/">2179 candidatos na Fuvest</a>. Falei que isso era preocupante, mas nunca disse que isso era surpresa. Por algum motivo, ano após ano, a relação candidato/vaga é ridiculamente alta em carreiras como jornalismo, publicidade e audiovisual.</p>
<p>Entre as reclamações que eu ouço, as buscas (alheias) por emprego, os amigos que mudaram de carreira (ou que ensaiam mudanças de carreira, ou que, como eu, nunca foram jornalistas mesmo) e os jornais fechados em época de crise, eu sempre fico imaginando o que é que essas 2179 pessoas queriam.</p>
<p>Aí eu cheguei em um <a title="TechCrunch: Who the Hell Is Enrolling in Journalism School Right Now?" href="http://www.techcrunch.com/2009/04/08/who-the-hell-is-enrolling-in-journalism-school-right-now/">texto que na verdade fala sobre a necessidade da faculdade de jornalismo</a> (ainda estou adiando a discussão sobre o diploma), mas que traz uma frase curiosa:</p>
<blockquote><p>When I ask aspiring journalists where they want to be in ten or twenty years, not a single one says <em>The New York Times</em> or <em>The Wall Street Journal</em>. They want to have a famous blog. Some already do.</p></blockquote>
<p><span id="more-445"></span>O que me fez pensar em algumas coisas. A primeira, obviamente, é que eu queria saber se essas pessoas também <a title="Folha Online: Marcelo Tas firma acordo com a Telefônica para divulgar serviço no Twitter" href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u537319.shtml">criticariam o Tas por causa daquele contrato com a Telefônica</a> (entre todas as empresas do mundo!). Porque, afinal de contas, o seu blog famoso vai precisar pagar as suas contas de algum jeito.</p>
<p>Mas o exemplo do Tas reforça uma outra coisa: blogueiros famosos não são mais famoso porque são blogueiros. Eles são famosos por outra coisa, eles são reforçados por um outro veículo. A força do blog deles vêm de um contrato com uma revista. É como seguir a Lily Allen pelo Twitter, e não uma outra pessoa qualquer que também nunca te viu na vida.</p>
<p>Ontem à noite, tentei entrar em alguns blogs que eu conhecia cinco anos atrás. Muitas visitas, muitos comentários. Eram pequenas celebridades de um cantinho da internet.</p>
<p>Cinco anos depois, esses sites não existem mais. Essas pessoas não podem mais ser rastreadas até um site em funcionamento. Acabou.</p>
<p>Alguém vai me dizer que a internet ainda produz suas pequenas celebridades. Um qualquer que conseguiu N views em seu vídeo constrangedor no YouTube. Aquela flogueira argentina ou sei lá quem mais.</p>
<p>Mas acho que existem duas diferenças. A primeira é que ninguém dá a mínima para você, pessoa qualquer com o vídeo constrangedor. Rimos de você e mandamos o link para os nosso amigos, assim como apontávamos o dedo para o loser da escola que tinha meleca no nariz.</p>
<p>A segunda é que, agora, o &#8220;blogueiro famoso&#8221; é apresentado como &#8220;estava naquela lista da revista Época&#8221;. Já aquelas pessoas de cinco anos atrás eram conhecidas como &#8220;fulano do xis.nu&#8221;. Uma lógica contrária.</p>
<p>De certa forma, o xis.nu acabava ganhando um valor (em escala reduzida) do CQC, da Veja, da MTV. Se o &#8220;fulano do xis.nu&#8221; linkava alguma coisa, era um certificado de qualidade para essa coisa. Se o &#8220;fulano do xis.nu&#8221; estava ouvindo uma banda ipsilon, as pessoas que visitavam o site iam acabar virando fãs da banda ipsilon. Acompanhar e comentar um blog era menos random, era um investimento de tempo maior. Semanas, meses, até anos.</p>
<p>Mas ainda são menos do que cinco anos.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Você não precisa mudar de opinião, mas podia me ouvir mesmo assim</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Mar 2009 03:24:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lhys</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[apocalipse]]></category>
		<category><![CDATA[caso perdido]]></category>
		<category><![CDATA[Folha de S. Paulo]]></category>

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		<description><![CDATA[Saiu no NYT (em inglês, aqui) no dia 19 de março e foi republicado pela FSP (traduzido e para assinantes, aqui). É um artigo do Nicholas Kristof sobre o fechamento de jornais, a seleção de notícias na internet e a cristalização de opiniões. &#8230; existem provas bastante convincentes de que, em geral, não desejamos realmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Saiu no NYT (em inglês, <a title="NYT: The Daily Me" href="http://www.nytimes.com/2009/03/19/opinion/19kristof.html?_r=1">aqui</a>) no dia 19 de março e foi republicado pela FSP (traduzido e para assinantes, <a title="FSP: O meu jornal diário" href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mundo/ft2903200908.htm">aqui</a>). É um artigo do Nicholas Kristof sobre o fechamento de jornais, a seleção de notícias na internet e a cristalização de opiniões.</p>
<blockquote><p>&#8230; existem provas bastante convincentes de que, em geral, não desejamos realmente informações confiáveis, e sim as que confirmem nossas ideias preconcebidas. Podemos acreditar intelectualmente no valor do choque de opiniões, mas na prática gostamos de nos encerrar no útero tranquilizador de uma câmara de ecos.</p></blockquote>
<p>Sei lá, leiam o artigo. Eu gostaria de sugerir o hábito de acessar mais do que um portal &#8212; mas, para falar a verdade, todos eles republicam as mesmas agências.</p>
<p>Então&#8230; sei lá. Converse com seus amigos de vez em quando, principalmente aqueles <span style="text-decoration: line-through;">mais irracionais</span> que te irritam bastante. Pode fazer bem.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>2009?</title>
		<link>http://lhys.org/letrasmiudas/2008/12/31/2009/</link>
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		<pubDate>Wed, 31 Dec 2008 22:27:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lhys</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ego]]></category>
		<category><![CDATA[apocalipse]]></category>

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		<description><![CDATA[Bring it on.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bring it on.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>&#8220;Chuck&#8221; x &#8220;House&#8221; 2: Lobotomia?</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Sep 2008 21:25:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lhys</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geek-ish]]></category>
		<category><![CDATA[Pollyanna]]></category>
		<category><![CDATA[apocalipse]]></category>
		<category><![CDATA[tv]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 15 passos: como um caso de gripe vira falência renal &#8212; e como o tratamento recomendado é uma lobotomia. Computador faz barulho de turbina quando a ventoinha liga. Pollyanna resolve levar o computador para o técnico. Técnicos trocam a fonte e o cooler. Computador ainda faz barulho de turbina e Windows Vista mostra mensagem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 15 passos: como um caso de gripe vira falência renal &#8212; e como o tratamento recomendado é uma lobotomia.</p>
<ol>
<li>Computador faz barulho de turbina quando a ventoinha liga.</li>
<li>Pollyanna resolve levar o computador para o técnico.</li>
<li>Técnicos trocam a fonte e o cooler.</li>
<li>Computador ainda faz barulho de turbina e Windows Vista mostra mensagem de conflito com placa de vídeo.</li>
<li>Técnicos dizem que o barulho de turbina é absolutamente normal, mas não conseguem testar a placa de vídeo porque a loja não tem nenhum monitor tipo DIV.</li>
<li>Pollyanna leva monitor LCD 19&#8243; widescreen com entrada tipo DIV até a loja.</li>
<li>Técnicos mostram computador ligado e dizem que tudo vai dar certo.</li>
<li>Computador dá mensagem de erro na inicialização do Windows. Pollyanna se convence de que a mensagem apareceu porque os técnicos desligam o Windows pelo botão da CPU e que tudo vai dar certo.</li>
<li>O calendário do computador estava em 2006. Pollyanna acerta o calendário, atualiza o Windows e desliga o computador.</li>
<li>Computador dá erro de inicialização do Windows. Quando entra (em modo de segurança), não consegue instalar controlador multimídia.</li>
<li>Pollyanna briga com técnico pelo telefone, mas a loja se recusa a enviar atendimento domiciliar. Hora de levar computador e monitor LCD 19&#8243; widescreen com entrada DIV de volta à loja.</li>
<li>Loja não consegue corrigir o problema. Restaura o Windows. Loja não consegue corrigir o problema. Restaura o Windows. Loja não consegue resolver o problema. Restaura o Windows.</li>
<li>Técnico joga a tolha e diz que é preciso formatar o computador.</li>
<li>Pollyanna briga com técnico, mas prometem fazer o backup de tudo. TUDO. TUDO. Pollyanna se concentra em se convencer de que reinstalar todos os programas que ela não será tão dramático &#8212; desde que o backup de dados seja feito.</li>
<li>Pollyanna volta para casa buscar os CDs/DVDs de instalação do Windows. Volta à loja para deixar as mídias. Repete que precisa de backup de TUDO. Passa o resto do dia se convencendo de que tudo vai dar certo.</li>
</ol>
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		</item>
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		<title>Menos &#8220;Chuck&#8221;, mais &#8220;House&#8221;</title>
		<link>http://lhys.org/letrasmiudas/2008/09/06/menos-chuck-mais-house/</link>
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		<pubDate>Sat, 06 Sep 2008 16:55:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lhys</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geek-ish]]></category>
		<category><![CDATA[Qualquer coisa]]></category>
		<category><![CDATA[apocalipse]]></category>
		<category><![CDATA[tv]]></category>

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		<description><![CDATA[Fui buscar meu computador no técnico. Basicamente, ele estava superaquecendo &#8212; e aí as ventoinhas ligavam e tentavam levantar vôo. Um barulho infernal. Tá, odeio barulhos de coisas eletrônicas e preciso desplugar o nobreak da parede antes de dormir. Mas, enfim, eram duas turbinas. Bom, trocaram o cooler e a fonte. Aí pego o computador [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fui buscar meu computador no técnico. Basicamente, ele estava superaquecendo &#8212; e aí as ventoinhas ligavam e tentavam levantar vôo. Um barulho infernal. Tá, odeio barulhos de coisas eletrônicas e preciso desplugar o nobreak da parede antes de dormir. Mas, enfim, eram duas turbinas.</p>
<p>Bom, trocaram o cooler e a fonte. Aí pego o computador na loja, chego em casa, ligo os cabos&#8230; e barulho infernal! Ok, menos do que quando as turbinas ligavam, mas bem mais do que quando a fonte era nova. Fora isso, o Windows pede a instalação de alguma coisa de vídeo &#8212; que ele não pedia antes.</p>
<p>Ligo na loja, pedem para levar o computador de volta para ver o problema. Aí os técnicos me chamam para ver o computador aberto, lá na área de consertos. Ok.</p>
<p>Aqui é o negócio: idealmente, uma assistência técnica deveria funcionar tipo o Nerd Herd. Chuck Bartowski compreende o seu drama, conserta seu computador e salva a sua vida.</p>
<p>Mas, para começar&#8230; os técnicos não acham que a fonte nova faz barulho. Eles me chamam para ouvir e falam &#8220;não, mas é normal&#8221;. Tá, pode ser normal naquela loja no centro da cidade com ar condicionado e servidores funcionando ao fundo. Mas eu 1) moro em um bairro residencial; 2) uso o computador no meu quarto, mais para o fundo do terreno e 3) percebo (e odeio) barulhos de aparelhos eletrônicos.</p>
<p>Diagnóstico 1: qualquer fonte normal vai fazer esse tipo de barulho. Aí eles fazem o teste com uma super fonte de servidores. Muito mais silenciosa. Mas, tá, não faz o menor sentido gastar em uma fonte de servidores para um desktop doméstico. Então&#8230; bom, tudo bem, eu aumento o volume da música.</p>
<p>Aí vamos para o segundo problema: alguma coisa com a placa de vídeo. Que&#8230; está fora do meu computador, neste momento. Nessas horas, eu me sinto levando meu computador para o Princeton-Plainsboro Teaching Hospital. Ele entra com uma gripe, e de repente está com falência renal.</p>
<p>Diagnóstico 2? Bom ainda, não existe. Porque&#8230; bom, porque a placa tem uma saída DVI. Eu imaginei que algum outro LCD da loja tivesse o mesmo tipo de cabo, mas não é o caso. Então o computador passa o resto do final de semana na loja, e na segunda eu levo meu LCD 19&#8243; com entrada DVI.</p>
<p>Mas tudo bem, tudo bem. <em>I&#8217;m not attached to this computer</em>.</p>
<p>[edit]<br />
Segunda-feira. Enfim, levo o monitor (descobri que as ventosas do meu monitor LCD são realmente poderosas) para a loja, rodam os testes, me dizem que o modem da CPU não funciona (<em>foda-se</em>), mas que a placa de vídeo vai funcionar sem problemas.<br />
Felizmente, tudo está ligado agora aqui em casa (por algum motivo, voltaram a data para 2006; também aproveitei para reativar meu profile normal de Firefox e ainda tive que arrumar o maldito MTU pela <em>enésima</em> vez).<br />
Mas essa fonte é <em>realmente</em> barulhenta. <em>Duvido</em> que não exista uma fonte doméstica mais silenciosa do que essa coisa que instalaram no meu computador. Acho que vou migrar em definitivo para o notebook&#8230;<br />
[/edit]</p>
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