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	<title>Letras Miúdas &#187; clássicos</title>
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	<description>Letras pequenas, surtos intermináveis</description>
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		<title>10 coisas que eu odeio em T4</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 15:23:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lhys</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu tinha alguma esperança com T4. Foi lá pela época em que T:TSCC tinha uma minúscula chance de ser renovada (o que obviamente não aconteceu). Por causa dessa esperança, eu senti alguma culpa por não ter ido ao cinema para assistir &#8220;Terminator Salvation&#8221; (mas a minha falta de amigos geograficamente práticos não é o assunto). Aí ontem eu resolvi assistir o tal filme e fiquei muito feliz&#8230; por não ter ido ao cinema. Lá se foi uma hora e meia da minha vida que eu nunca vou recuperar, mas pelo menos o prejuízo não incluiu a (meia-)entrada, a fila, a pipoca e a tentativa de achar alguém que fosse ao cinema comigo (de novo: minha falta de amigos geograficamente práticos não é o assunto).</p>
<p>Antes de mais nada, duas coisas:</p>
<p>a) Eu não sou uma purista completamente mala. Eu assisto &#8220;Star Wars&#8221; na edição nova sem entrar em polêmica sobre o Han Solo ter atirado primeiro, e assisto a prelogia sem ficar reclamando do Jar Jar Binks ou das habilidades dramáticas de todos os intérpretes de Anakin Skywalker. Eu assisti &#8220;Terminator 3: Rise of the Machines&#8221;. Eu adorava &#8220;Terminator: The Sarah Connor Chronicles&#8221;. Resumindo: eu não vou discursar que nada vai ser melhor que &#8220;Terminator 2: Judgment Day&#8221;.</p>
<p>b) A partir deste momento, não vou me preocupar se você conseguiu demorar mais do que eu e ainda não viu T4. Vou falar do final do filme (que, surpreendentemente, eu não tinha ouvido até ontem) sem nenhuma culpa.</p>
<p>Se você ainda liga: <strong>as 10 coisas que eu odeio em T4:</strong><span id="more-651"></span></p>
<p>1) <em>O John Connor do Christian Bale</em> – como tantas outras pessoas, eu achei que o Bale seria uma coisa boa para T4. O Nick Stahl é meio limitado, e desisti da campanha pelo retorno do Edward Furlong porque <a title="MySpace: Edwardfurlongforever" href="http://viewmorepics.myspace.com/index.cfm?fuseaction=viewImage&amp;friendID=63372957&amp;albumID=629457&amp;imageID=381050" target="_blank">esta pessoa</a> não tem cara de salvador da humanidade. E, sei lá, o Christian Bale tem bagagem dramática e tal. Mas o resultado é que o John Connor é&#8230; dramático. E meio sem graça. Eu entendo que a vida está dura em 2018, mas nem um programa de rádio vai consertar aquela falta de carisma (o &#8220;future John&#8221; descrito pela Cameron era infinitamente mais interessante). Como líder, John Connor é o cara-que-está-lá-na-frente. Ele precisa responder aos <span style="text-decoration: line-through;">senadores</span>, digo, generais! Tanto trabalho da Sarah Connor jogado no lixo.</p>
<p>2) <em>Cadê a viagem no tempo que estava aqui?</em> – olhe bem para <a title="InformationIsBeautiful.net: Timelines – Time travel in popular film and tv" href="http://cache.gawker.com/assets/images/io9/2009/08/timetravel_960.gif" target="_blank">este gráfico maravilhoso</a> (aliás: encomendei ontem <a title="InformationIsBeautiful.net: The Visual Miscellaneum" href="http://www.informationisbeautiful.net/book/" target="_blank">este livro aqui</a>, que está em pré-venda). Achou &#8220;Terminator&#8221;? Achou T2? Achou T3? E, se você não souber, também tem timetravel em T:TSCC. Agora procure T4 nesse gráfico. Pois é, nada de viagem no tempo. E tudo bem que os robôs são o foco da fraquia (não é &#8220;Back to the Future&#8221;), mas viagem no tempo continua fazendo parte. No caso de Terminator, aliás, quanto maior o paradoxo, melhor. Mas talvez alguém tenha achado que viagens no tempo atrapalhariam toda a dramaticidade do filme. Afinal de contas, <span><span><a title="Twitter: @deniscp" href="http://twitter.com/deniscp/statuses/3595140380" target="_blank">timetraveling is fucking distracting</a>.</span></span></p>
<p><span><span>3) <em>A personalidade da </em></span></span><em>Kate Brewster</em> – reproduzo o comentário que ouvi do <a title="Twitter: @deniscp" href="http://www.twitter.com/deniscp" target="_blank">@deniscp</a> ontem: &#8220;<span><strong></strong><span>nunca pensei que diria isso, mas eu quero a Claire Danes de volta&#8221;</span></span>. A Kate Brewster já incomodava um pouco em T3, mas lamento dizer que Bryce Dallas Howard tem menos atitude que a Claire Danes. A Kate Brewster da Danes mandou um terminator para o passado/presente. Mandou no John Connor (Stahl) perdidaço. A Kate Brewster da Howard é uma grávida letárgica. A Sarah Connor ficaria decepcionadíssima com a nora. Mesmo que ela tenha sido a única mulher presa no abrigo.</p>
<p>4) <em>Senso de humor? Eu?</em> (outra do <a title="Twitter: @deniscp" href="http://www.twitter.com/deniscp" target="_blank">@deniscp</a>) – não me importa se não é uma comédia. Não é para ser comédia. Não precisa ser comédia. Não precisa de um alívio cômico óbvio e ineficiente como Jar Jar Binks. Mas o roteiro simplesmente não tem nenhuma graça. O que significa uma falta de <em>wit</em> nos personagens. De novo: eu entendo que 2018 seja uma droga, mas o mínimo de sarcasmo sobreviveria ao dia do julgamento. Até o futuro matrixiano, que também é uma droga (e T4 ficou <em>beeeem</em> parecido), tem um pouco.</p>
<p>5) <em>O plano criativo da Resistência</em> – <span style="text-decoration: line-through;">o Império</span>, quero dizer, a Skynet deixou vazar <span style="text-decoration: line-through;">os planos da Estrela da Morte</span>, quero dizer, uma possível arma contra as máquinas para que <span style="text-decoration: line-through;">os rebeldes</span> a Resistência tentasse<span style="text-decoration: line-through;">m</span> destruir a arma. O objetivo, é claro, era deixar <span style="text-decoration: line-through;">os rebeldes</span> a Resistência vulnerável a um ataque final <span style="text-decoration: line-through;">do Império</span> das máquinas. Mas tudo bem. <span style="text-decoration: line-through;">Luke Skywalker</span> John Connor dá um jeito de evitar o apocalipse. Mas alguém me explica outra coisa: como é que a Skynet nunca foi capaz de encontrar a porcaria do sinal do programa de rádio do John Connor?</p>
<p>6) <em>John Connor odeia as máquinas. Odeia!</em> – a reação do John Connor ao Marcus não é&#8230; <em>consistente</em>. Sim, o John Connor está em guerra contra as máquinas. Ele passou a vida tentando evitar/destruir a Skynet. Mas ele mesmo não é máquina e, portanto, tem todo o direito de ser confuso e ambíguo. E John Connor sempre foi confuso e ambíguo. Ele foi criado para ser ótimo com computadores. O John Connor do Edward Furlong ficou apegado ao Terminator-Arnie em apenas um filme. Uma coisa meio figura paterna, provavelmente. O apego é tanto que, em T3, o Terminator-Arnie explica que foi usado para matar o John Connor justamente por causa do rosto familiar. Sim, estou usando a lógica de T3 para argumentar contra T4 – <em>that&#8217;s how bad it is</em>. E o &#8220;future John&#8221; de T:TSCC (aquele que ninguém conheceu, mas que foi eventualmente comentado por Cameron e Jessie) confiava mais na bot do que nas pessoas.</p>
<p>7) <em>A falta de um terminator de verdade</em> – vilões são mais legais do que o Batman, terminators são mais legais do que as pessoas. Em T4, nossa dieta de robôs é basicamente restrita ao Marcus (sim, existem outros bots, mas são&#8230; <em>figurantes</em>). E ele melhora bastante ao longo da história (aquele começo gritando me incomodou, mas a tentativa de replicar a relação Arnie-Furlong com o teenageKyle não é tão ruim). Mas tem dois problemas com o Marcusbot: a) ele não é um terminator de verdade; ele não tem uma missão de matar ninguém e luta como uma pessoa-muito-forte, não um robô; b) uma parte importante da graça dos terminators são eles se descobrindo gente – o Furlong ensinando o Arnie a falar &#8220;Hasta la vista, baby&#8221;, a Cameron dançando balé –; o soldado se descobrindo bot não funcionou tão bem.</p>
<p>8&#41; <em>Marcus meets his maker</em> – Marcus coloca a mão no terminal e encontra todas as informações do mundo. O dia do julgamento, onde está Kyle Reese. Mas, para entender o como-assim-eu-sou-um-robô, ele precisa de uma conversa com <span style="text-decoration: line-through;">o Arquiteto</span>, quero dizer, <span style="text-decoration: line-through;">a Bellatrix Lestrange</span>, quero dizer, a Dra. Kogan, quero dizer, Skynet se apropriando de um rosto familiar para contar qual era a sua missão. Afinal de contas, até dá para aprender kung fu via USB – mas não dá para discutir o sentido da vida e o destino do universo sem um bom papo.</p>
<p>9) <em>Stop being such a girl!</em> – deve ser culpa do <a title="YouTube: Joss Whedon's Equality Now speech" href="http://www.youtube.com/watch?v=cYaczoJMRhs" target="_blank">Joss Whedon</a>, mas eu espero uma strong-women-character nesse tipo de coisa. Em Terminator, a Sarah Connor teve que ser resgatada no começo, mas ficou forte – o auge óbvio é T2. Em T3, como a Sarah Connor não estava mais lá, fizeram a Kate Brewster fazer alguma coisa e colocaram uma she-terminator. Em T:TSCC temos as duas coisas: a Sarah Connor (que, apesar de não ser mais a Linda Hamilton, tinha suas qualidades) e a she-terminator aka riverbot aka Cameron (aka Summer Glau). Aí, em T4, a Kate Brewster é a grávida letárgica (ver #3). Então tentaram salvar isso com a Blair Williams (aquela que se apaixona perdidamente pelo bot em menos de 2 dias), mas ela não é lá muito importante.</p>
<p>10) <em>Mi corazón, tu corazón</em> – até aqui, eu estava sobrevivendo. Você estava sobrevivendo. Não é lá uma obra-prima, mas o que você esperava do McG? Era um filme com robôs e explosões e armas, e embora faltasse um diálogo inteligente e um personagem gostável&#8230; ainda não dava aquela vontade de apagar T4 da memória para ocupar meu cérebro com coisas mais importantes. Tipo T3. Só que aí chegamos na <em>cena final</em> da coisa. John Connor precisa de um coração e não viverá o suficiente para ir até Oz procurar o dele. Então eis que Marcus oferece o coração dele. Gente, esse negócio de coração disponível pra transplante é o fim. Aquele filme com o David Duchovny? O mundo podia ter ficado sem. Também podia ter ficado sem essa no final de &#8220;Eli Stone&#8221;. Quando fizeram isso em &#8220;Pushing Daisies&#8221; (&#8220;Corpsicle&#8221;), rolou um humor negro. Quando fizeram isso em T4, rolou uma pausa para vômito.</p>
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		<title>Deve ser importante reforçar suas diferenças com os seus pais</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Mar 2009 18:55:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lhys</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Meu pai recebeu a tradicional carta-boleto da Folha para você, assinante que quer comprar nossa nova estratégia anabolizante com uma coleção de filmes velhos clássicos em DVD. Muito educado, meu pai resolve perguntar para a minha mãe se ela se interessa. O que dá início a um discurso sobre como ela nem desempacotou a trilogia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Meu pai recebeu a tradicional carta-boleto da Folha para você, assinante que quer comprar nossa nova <span style="text-decoration: line-through;">estratégia <a title="Intercom: Crise do jornalismo impresso e perspectivas para o futuro: um estudo dos dois maiores jornais diários impressos do Brasil" href="http://www.intercom.org.br/papers/nacionais/2008/resumos/R3-2032-1.html">anabolizante</a> com uma</span> coleção de filmes <span style="text-decoration: line-through;">velhos</span> <a title="Coleção Folha Clássicos do Cinema" href="http://classicosdocinema.folha.com.br/">clássicos em DVD</a>. Muito educado, meu pai resolve perguntar para a minha mãe se ela se interessa. O que dá início a um discurso sobre como ela nem desempacotou a trilogia <em>Bourne</em> que veio com o Chivas (embora assista Bourne em todas as ocasiões que passa por qualquer um deles na TV a cabo).</p>
<p>O discurso foi tradicionalmente cortado pelo meu &#8220;tudo bem, mãe, não é preciso se exaltar&#8221; (ela, como sempre, respondeu que não está exaltada &#8212; a voz dela só sai assim).</p>
<p>Por algum motivo, meus pais insistiram em continuar falando sobre a coleção de filmes que eles não vão comprar. <span id="more-420"></span>Desta vez, o meu pai sugeriu comprar na banca, avulso, um ou outro filme que eles gostem. &#8220;Por exemplo, o <em>Casablanca</em>, que é muito bom&#8221;.</p>
<p>Eu nunca vi meu pai assistindo <em>Casablanca</em>, ever &#8212; e eu já tive a oportunidade de presenciar meu pai enfrentando <em>Ben Hur</em>, <em>El Cid</em> e até aquele <em>The Messenger</em>, com o Kevin Costner. Mas isso foi faz uns anos. Ultimamente, anda difícil de acreditar que ele tenha assistido a um episódio de uma hora sem dormir. Então eu não resisti e perguntei: &#8220;Mas você tem planos de assistir <em>Casablanca</em> nos próximos cinco anos?&#8221;</p>
<p>(Refletindo sobre isso, eu percebo que essa pergunta muito vai me custar uma tarde do meu pai assistindo <em>Casablanca</em> no DVD.)</p>
<p>Meu pai desviou da resposta Sim/Não e decidiu falar que &#8220;Mas é um filme muito bom mesmo. Você já assistiu?&#8221;. Olha, não. &#8220;Pois deveria. É muito bom&#8221;.</p>
<p>(A essa altura eu já ouvi que <em>Casablanca</em> é um filme muito bom. Três vezes. Fora todas as críticas e referências de uma vida inteira não vivendo em uma bolha. Não é que eu duvide da sua palavra, mas eu estou comprometida com meu <a title="Letras miúdas: It is written" href="http://lhys.org/letrasmiudas/2009/01/16/it-is-written/">esforço <span style="text-decoration: line-through;">enorme</span> nem tão grande assim para evitar os clássicos e vencedores de Oscar em geral</a>.)</p>
<p>Eu tenho plena confiança de que meu pai gosta de mim, que meu pai só quer o melhor para mim. Por isso, eu concluo que, se ele está recomendando <em>Casablanca</em>, é porque acha que é um bom filme.</p>
<p>Então eu digo exatamente isso &#8212; e ainda acrescento que &#8220;eu só recomendei para você as coisas que eu acho muito boas&#8221; (a parte &#8220;e nem por isso você assistiu <em>Buffy</em> comigo&#8221; fica subentendida).</p>
<p>E o meu pai? Meu pai responde que &#8220;É, mas não sou só eu que recomendo <em>Casablanca</em>&#8220;.</p>
<p>Sim, minha capacidade de escolher produtos de entretenimento está sendo questionada por uma pessoa que assistiu um épico do Kevin Costner.</p>
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		<title>Quando o lobo do homem vai às compras</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Mar 2009 12:32:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lhys</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Jornalistas gostam de pensar que conhecem o seu público, mas acho que a ideia de &#8220;imagem de leitor&#8221; (ou &#8220;audiência presumida&#8220;) é bem mais realista. Para o Robert Darnton no NYT, eram garotas de 12 anos. Para a Má, é a avó dela. Para o Dirceu, é a sua mãe. Para o William Bonner, é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Jornalistas gostam de pensar que conhecem o seu público, mas acho que a ideia de &#8220;imagem de leitor&#8221; (ou &#8220;<a title="ScientificCommons: Os jornalistas e a audiência - a hipótese da audiência presumida (Pereira Junior, Vizeu)" href="http://en.scientificcommons.org/14921339">audiência presumida</a>&#8220;) é bem mais realista. Para o <a title="Companhia das Letras: O beijo de Lamourette" href="http://www.ciadasletras.com.br/web_store.cgi?details=10193&amp;buy=yes&amp;cart_id=4502007.32493&amp;product=Livro&amp;pg_pesq=0&amp;slink=1">Robert Darnton</a> no NYT, eram garotas de 12 anos. Para a Má, é a avó dela. Para o Dirceu, é a sua mãe. Para o William Bonner, é o <a title="Observatório da Imprensa: De Bonner Para Homer (Laurindo Lalo Leal Filho)" href="http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=358asp010">Homer</a> <a title="Observatório da Imprensa: Sobre a necessidade de ser claro (William Bonner)" href="http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=358JDB004">Simpson</a>.</p>
<p>Acho que a essência do leitor que a Folha de S. Paulo gosta de pensar que tem&#8230; está no caderno <em>Vitrine</em>. Nesta semana, o <a title="Letras miúdas: Que comam brioches!" href="http://lhys.org/letrasmiudas/2009/03/01/que-comam-brioches/">copo de requeijão</a> perdeu espaço para bazares que continuam caros demais para você, pessoa normal que faz compras na <a title="Lojas Marisa" href="http://www.marisa.com.br/">Marisa</a>. E, de brinde, o texto faz uma referência ao <a title="Project Gutenberg: Leviathan by Thomas Hobbes" href="http://www.gutenberg.org/etext/3207">Leviatã</a>, do Hobbes.</p>
<p>Convenhamos que, se a <a title="Folha Online: Circulação de jornais aumenta 5% no país em 2008" href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u495850.shtml">circulação média diária</a> da FSP é de 311.287 exemplares, a representatividade estatística daqueles que podem fazer compras em Madrid e aceitam pagar R$ 380 por um <a title="Mevolution: Despertador fugitivo" href="http://www.mevolution.com.br/novo/prod/eletronicos/despertador_fugitivo.shtml">despertador com rodinhas</a> (aliás, tem um no <a title="Shoptime: Running Clock" href="http://www.shoptime.com.br/ShopProdF/30/5099190&amp;position=1&amp;placeOrigin=busca">Shoptime</a> por R$ 79) não é lá tudo isso.</p>
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		<title>Confissão #17</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Oct 2008 01:12:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Eu participo da I Jornada Acadêmica da ECA no dia 24. E ainda não entendi muito bem o que é que eu tenho que fazer. É sério, pessoas! Aquela coisa do download de informações tipo &#8220;quem é Jesús Martín Barbero&#8221; e &#8220;o que você precisa fazer quando vai fazer uma comunicação em um evento acadêmico&#8221;&#8230; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu participo da <a href="http://www.jornadappgcom.rg3.net/" title="I Jornada Acadêmica">I Jornada Acadêmica</a> da ECA no dia 24. E ainda não entendi muito bem o que é que eu tenho que fazer.</p>
<p>É sério, pessoas! Aquela coisa do <a href="http://lhys.org/letrasmiudas/2008/04/27/seria-bom-ler-com-vontade/" title="Letras miúdas: seria bom ler com vontade">download de informações</a> tipo &#8220;<a href="http://lhys.org/letrasmiudas/2008/03/14/a-pior-aluna-de-mestrado-da-eca/" title="Letras miúdas: a pior aluna de mestrado da eca">quem é Jesús Martín Barbero</a>&#8221; e &#8220;o que você precisa fazer quando vai fazer uma comunicação em um evento acadêmico&#8221;&#8230; Aposto que existia sim uma fila, e eu não fiquei sabendo.</p>
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		<title>A pior aluna de mestrado da ECA</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Mar 2008 05:36:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lhys</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mestrado]]></category>
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		<description><![CDATA[Outro dia, outra aula, outro pé esquerdo (sim, já tenho três deles). Nem vou entrar em mais detalhes sobre perder o primeiro fretado da volta  (e quase perder o segundo) ou pegar uma fila desnecessária no xerox da Faculdade de Educação. Vou só falar que, em algum momento, a professora está explicando o programa e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Outro dia, outra aula, outro pé esquerdo (sim, já tenho três deles).</p>
<p>Nem vou entrar em mais detalhes sobre perder o primeiro fretado da volta  (e quase perder o segundo) ou pegar uma fila desnecessária no xerox da Faculdade de Educação.</p>
<p>Vou só falar que, em algum momento, a professora está explicando o programa e o conteúdo do curso, e tem um autor que é absolutamente impossível que você não conheça, leia e ame. Jesús Martín-Barbero. Conhece? Porque eu nunca tinha ouvido falar. Mas <em>Jesus é Deus</em>, aparentemente.</p>
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