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	<title>Letras Miúdas &#187; ditados</title>
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	<description>Letras pequenas, surtos intermináveis</description>
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		<title>Guinness, bombas, Suécia e casinhas</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 02:34:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lhys</dc:creator>
				<category><![CDATA[Qualquer coisa]]></category>
		<category><![CDATA[apocalipse]]></category>
		<category><![CDATA[aula]]></category>
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		<category><![CDATA[poliglota]]></category>

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		<description><![CDATA[Última aula do curso de irlandês, com direito a música (vídeo via @myarmoursstrong), Guinness sem gelo, queijo e geléia (a julgar pelos rótulos, acho que a comida irlandesa perdeu espaço para um certo espírito italiano). Aí eu vou para o Labri e alguém chega gritando &#8220;Gente, jogaram bomba [de 'efeito moral'] na P1!&#8221;. O que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Última aula do <a title="FFLCH: Cultura e Extensão" href="http://www.fflch.usp.br/sce/cursos/1_irlandesI.htm" target="_blank">curso de irlandês</a>, com direito a <a title="YouTube: Irish Class" href="http://www.youtube.com/watch?v=2px1huBVA1E" target="_blank">música</a> (vídeo via <a title="Twitter: @myarmoursstrong" href="http://twitter.com/myarmoursstrong" target="_blank">@myarmoursstrong</a>), <a title="Guinness" href="http://www.guinness.com" target="_blank">Guinness</a> sem gelo, queijo e geléia (a julgar pelos rótulos, acho que a comida irlandesa perdeu espaço para um certo espírito italiano).</p>
<p>Aí eu vou para o Labri e alguém chega gritando &#8220;<span class="status-body"><span class="entry-content">Gente, jogaram bomba [de 'efeito moral'] na P1!&#8221;. O que gera certo descontrole no <a title="Twitter: @lhys" href="http://twitter.com/lhys/status/2093895519" target="_blank">Twitter</a> durante alguns minutos. Ok, muitos minutos. Não, não cheguei perto da P1.</span></span></p>
<p><span class="status-body"><span class="entry-content">Então eu resolvo que é hora de jantar, porque a greve nunca chega na Suécia mesmo. Quando eu estava saindo de lá, lembro que <em>mmm tem croissant de chocolate</em>, então volto para o caixa para comprar um. Termino de pagar e alguém com cara de aluno de humanidades (ei, não me chamem de preconceituosa! eu sou uma aluna de humanidades!) chega para a pessoa do caixa:</span></span></p>
<p><span class="status-body"><span class="entry-content">- Oi, onde é a casinha?<span id="more-549"></span></span></span></p>
<p><span class="status-body"><span class="entry-content">A pessoa do caixa não entende nada. Outra pessoa atrás do balcão não entende nada. A dona do Sweden, ali do lado, não entende nada. Aí eu achei melhor explicar:</span></span></p>
<p><span class="status-body"><span class="entry-content">- É o banheiro.</span></span></p>
<p><span class="status-body"><span class="entry-content">O suposto aluno de humanidades confirma que é o banheiro, aí a pessoa do caixa explica onde é. Enquanto isso, eu espero colocarem meu croissant de chocolate no saquinho de papel &#8212; e a dona do Sweden resolve perguntar que história é essa de &#8220;casinha&#8221;.</span></span></p>
<p><span class="status-body"><span class="entry-content">Sei lá. Casinha. Eu uso a palavra &#8220;casinha&#8221; como piada &#8212; nunca perguntei onde é a casinha do posto de gasolina nem nada, mas já usei a palavra aqui em casa.</span></span></p>
<p><span class="status-body"><span class="entry-content">Enfim. Falei que, imagino, a palavra &#8220;casinha&#8221; tenha surgido quando o banheiro ficava fora de casa. Há muitos e muitos anos. A dona do Sweden, que tem muita noção, percebeu que eu sou muito jovem. <em>Muito</em> jovem. <strong>Muito</strong>.</span></span></p>
<p><span class="status-body"><span class="entry-content">Que história é essa de casinha?</span></span></p>
<p><span class="status-body"><span class="entry-content">Começo a desconfiar que tenha sido via <a title="b.l.o.g.: Banheiro do Chico Bento" href="http://radociou.blogspot.com/2008/06/banheiro-do-chico-bente.html" target="_blank">Chico Bento</a>.<br />
</span></span></p>
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		<title>Não mata, não engorda e não afunda navios</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Mar 2008 17:30:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lhys</dc:creator>
				<category><![CDATA[Qualquer coisa]]></category>
		<category><![CDATA[ditados]]></category>
		<category><![CDATA[poliglota]]></category>

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		<description><![CDATA[Acho complicado traduzir ditados. Tipo &#8220;If you can&#8217;t stand the heat, get out of the kitchen&#8221; – faz sentido, pode ser explicado, mas não conheço um correspondente. Ninguém diz &#8220;Se não suporta o calor, cai fora da cozinha&#8221;. Ninguém diz. Outro: &#8220;Loose lips sink ships&#8221; (devo admitir que os dois ditados que eu usei são [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acho complicado traduzir ditados. Tipo &#8220;If you can&#8217;t stand the heat, get out of the kitchen&#8221; – faz sentido, pode ser explicado, mas não conheço um correspondente. Ninguém diz &#8220;Se não suporta o calor, cai fora da cozinha&#8221;. Ninguém diz.</p>
<p>Outro: &#8220;Loose lips sink ships&#8221; (devo admitir que os dois ditados que eu usei são de &#8220;Boondock Saints&#8221;). &#8220;Bocas grandes (ou línguas soltas?) afundam navios&#8221;. Não é só que a frase em português não existe – o ponto é que nós não temos referências fortes de guerras para ela soar natural.</p>
<p>Mas ontem eu esbarrei em um que tem tradução de verdade. E só então eu percebi que o ditado em português, apesar de ainda existir, não é mais adequado.  A frase em questão era &#8220;What doesn&#8217;t kill you makes you stronger&#8221;.</p>
<p>Apareceu no final de &#8220;Desperate Housewives&#8221;. Estamos sem legenda nos programas da Sony (porque TV a cabo não é exatamente um serviço confiável), então fui explicar para a minha mãe mais ou menos o que tinha acontecido. Ela imediatamente fez a ligação: &#8220;O que não mata, engorda&#8221;. Pois é, o que não mata engorda. Aquilo que a gente fala quando o chocolate cai no chão e&#8230; bom, melhor não desperdiçar (desde que o chão esteja limpo e o contato tenha durado no máximo três segundos!).</p>
<p>Só que &#8220;O que não mata engorda&#8221; valia quando engordar era uma coisa boa. Aquele físico renascentista, sabem? Ou aquilo que a minha avó dizia: &#8220;Olha como ele está bonito, gordo&#8221;. Até algum momento do século passado, ter bastante recheio era uma coisa positiva. Atualmente, eu não quero que nada me mate – mas também não quero que nada me engorde. De repente, &#8220;O que não mata me deixa obeso&#8221;!</p>
<p>Mas convenhamos que &#8220;O que não mata me fortalece&#8221; não cola. Então a minha mãe sugeriu &#8220;O que não mata nutre&#8221;. Não é perfeito, mas pelo menos faz sentido neste tempo/espaço.</p>
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		<title>Quem traz a pá?</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Mar 2008 20:51:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lhys</dc:creator>
				<category><![CDATA[Qualquer coisa]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;A friend will help you move, a good friend will help you move a body.&#8221; Não é que eu duvide dos meus amigos. Eu só duvido que eu chamaria alguém.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>&#8220;A friend will help you move, a good friend will help you move a body.&#8221;</p></blockquote>
<p>Não é que eu duvide dos meus amigos. Eu só duvido que eu chamaria alguém.</p>
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