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	<title>Letras Miúdas &#187; sci-fi</title>
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	<description>Letras pequenas, surtos intermináveis</description>
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		<title>Como eu finalmente ganhei alguma coisa</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Apr 2010 20:55:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lhys</dc:creator>
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		<description><![CDATA[(Este será o último. Prometo.) Para fazer uma mini-frente ao meu lado loser (que, como se sabe, é enorme), eu finalmente arrumei uma coisa para colocar no meu pobre currículo Lattes: meu artigo foi escolhido para a coletânea &#8220;Inside Joss&#8217; Dollhouse&#8221;. Ou, como eu expliquei para a minha mãe: é um artigo em inglês sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>(Este será o último. Prometo.)</em></p>
<p>Para fazer uma mini-frente ao meu lado <em>loser</em> (que, como se sabe, é <strong>enorme</strong>), eu finalmente arrumei uma coisa para colocar no meu pobre currículo Lattes: <a title="Smart Pop Books: Dollhouse Essay Contest Winner" href="http://www.smartpopbooks.com/1682" target="_blank">meu artigo foi escolhido para a coletânea &#8220;Inside Joss&#8217; Dollhouse&#8221;</a>.</p>
<p>Ou, como eu expliquei para a minha mãe: é um artigo em inglês sobre uma série que você não assistiu e que será publicado em uma coletânea de uma editora especializada em livros sobre séries de TV, filmes e coisas assim.</p>
<p>O prêmio é 100 dólares (que deve ter algum desconto em taxes) e eu tenho direito a três cópias do livro (que só deve sair depois de setembro), mas eu passei a quinta-feira em uma empolgação infantil que misturava &#8220;ganhei, ganhei!&#8221; com &#8220;a <a title="IMDb.com: Jane Espenson" href="http://www.imdb.com/name/nm0260870/" target="_blank">Jane Espenson</a> leu meu artigo&#8221;.<span id="more-835"></span></p>
<p>Não é que eu nunca tenha ganhado na na minha vida. Eu ganhei uma medalha em um concurso da prefeitura quando eu estava na segunda série, fazendo um cartaz sobre jogar lixo no lixo. Também ganhei um computador na oitava série, em um concurso de matemática (<em>true story</em>). E, pra falar a verdade, eu também fiz colégio com bolsa de estudos, passei na Fuvest e fui aceita na pós da ECA (<strike>grande coisa&#8230;</strike> <strong>ié</strong>!). E uma vez na vida eu ganhei no bingo (mas isso não exigia nenhum tipo de habilidade).</p>
<p>Só que tem uma diferença entre essas coisas e uma coisa que eu gosto de verdade de fazer (assistir TV e escrever sobre isso). Então eu vou ficar aqui com minha empolgação infantil.</p>
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		<title>Como eu (finalmente) terminei de ver Torchwood</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Apr 2010 19:36:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lhys</dc:creator>
				<category><![CDATA[Qualquer coisa]]></category>
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		<description><![CDATA[(Ainda em “tudo o que eu tinha que escrever nos últimos meses e não escrevi”.) Neste final de semana tem a volta do Doctor Who. Com o 11º Doctor. Que é um ator mega-fofinho. Mas vamos voltar. Doctor Who. Doctor Who passava no People+Arts mas eu nunca fui capaz de aprender a grade do P+A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>(Ainda em “tudo o que eu tinha que escrever nos últimos meses e não escrevi”.)</em></p>
<p>Neste final de semana tem a volta do Doctor Who. Com o 11º Doctor. Que é um ator <strong>mega-fofinho</strong>.</p>
<p>Mas vamos voltar. Doctor Who. Doctor Who passava no People+Arts mas eu nunca fui capaz de aprender a grade do P+A e, consequentemente, nunca acompanhei uma série naquele canal. Fora que existe uma certa dificuldade para assistir uma série que ninguém daqui de casa gosta. E meu pai não gosta muito desse tipo de coisa, enquanto minha mãe achava Doctor tosco demais. Então eu não consegui ver nem o Eccleston, nem o Tennant.</p>
<p>Maaaas eu tentei ver Torchwood. Porque começou depois e tal. Acho que a tradição toda de Doctor Who me deixa inibida, mas Torchwood era o capitão Jack Harkness. Tinha terminado a S1 um tempo atrás, mas estava toda atrasada com a S2. E não queria ver S3/Children of Earth antes de terminar as duas primeiras temporadas.<span id="more-828"></span></p>
<p>Quando eu ainda estava no meio da S2 veio o especial de &#8220;adeus Tennant/olá Matt Smith&#8221; e eu lembrei de assistir. E aí eu decidi que, desta vez, eu ia sim acompanhar o Doctor Who (ver: o ator é mega-fofinho).</p>
<p>Com o Doctor prestes a voltar e já desencanada dos dois Doctors anteriores, achei que o mínimo necessário era terminar Torchwood. O que incluiu episódios às 4 da manhã e <a title="Twitter: @lhys" href="http://twitter.com/lhys/status/11501353385" target="_blank">uma</a> <a title="Twitter: @lhys" href="http://twitter.com/lhys/status/11504720272" target="_blank">maratona</a> <a title="Twitter: @lhys" href="http://twitter.com/lhys/status/11508042307" target="_blank">Children</a> <a title="Twitter: @lhys" href="http://twitter.com/lhys/status/11510670923" target="_blank">of</a> <a title="Twitter: @lhys" href="http://twitter.com/lhys/status/11512668058" target="_blank">Earth</a> <a title="Twitter: @lhys" href="http://twitter.com/lhys/status/11512694919" target="_blank">que</a> <a title="Twitter: @lhys" href="http://twitter.com/lhys/status/11514816032" target="_blank">praticamente</a> <a title="Twitter: @lhys" href="http://twitter.com/lhys/status/11537606455" target="_blank">me</a> <a title="Twitter: @lhys" href="http://twitter.com/lhys/status/11537618296" target="_blank">matou</a>. <em>Estou falando de assistir o quinto dia à meia-noite e alguma coisa com a bateria do notebook pedindo água e eu chorando no pior estilo &#8220;why, Jack, why?&#8221;</em>.</p>
<p>Sim, eu continuo passando mal com ficção científica.</p>
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		<title>Como eu voltei a ler ficção (mais uma vez) e não-ficção não-relacionada</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Apr 2010 18:51:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lhys</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[sci-fi]]></category>

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		<description><![CDATA[(Continuando o “tudo o que eu tinha que escrever nos últimos meses e não escrevi”.) Começou em setembro passado, quando a Liuca e o Juliano me deram a trilogia Millennium. Que eu tinha pensado em ler porque o autor era sueco ou alguma coisa assim e todo o mundo estava lendo. Só que a Lígia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>(Continuando o “tudo o que eu tinha que escrever nos últimos meses e não escrevi”.)<br />
</em></p>
<p>Começou em setembro passado, quando a Liuca e o Juliano me deram a <a title="Companhia das Letras: Stieg Larsson" href="http://www.ciadasletras.com.br/autor.php?codigo=02594" target="_blank">trilogia Millennium</a>. Que eu tinha pensado em ler porque o autor era sueco ou alguma coisa assim e todo o mundo estava lendo.</p>
<p>Só que a Lígia tinha me dado o <a title="Companhia das Letras: Por Acaso" href="http://www.ciadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=12208" target="_blank">Por Acaso</a> no ano anterior e eu ainda não tinha lido (<em>que vergonha!</em>), então achei melhor passar esse para a frente da fila. Ele é curtinho (narrativa bacana, história meio não muito história) e foi super rápido.</p>
<p>Aí, sim, veio a trilogia. Que é enorme (narrativa cinematográfica) e custou algumas madrugadas (mas bem menos do que o esperado considerando o tamanho dos livros).<span id="more-824"></span></p>
<p>Resolvi voltar para a literatura tipo <a title="The Hugo Awards" href="http://www.thehugoawards.org/" target="_blank">Hugo</a> e achei <a title="Wikipedia: The Dispossessed" href="http://en.wikipedia.org/wiki/The_Dispossessed" target="_blank">Os Possuídos</a>, da Ursula K. Le Guin. Que é meio político, mas para mim era melancólico e eu <strong>fiquei mal</strong> durante toda a leitura. Emendei com <a title="Wikipedia: A Song of Stone" href="http://en.wikipedia.org/wiki/A_Song_of_Stone" target="_blank">Uma Canção de Pedra</a>, do Iain Banks, e entendi porra nenhuma. Ok, até entendi, mas não senti nada. Senti é saudades da melancolia da Le Guin. Foi tipo quando eu tentei ler <a title="Wikipedia: Neuromancer" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Neuromancer" target="_blank">Neuromancer</a> e desisti no meio, com a <em>diferença</em> que desta vez eu não desisti (o que não fez <em>muita diferença</em>, para falar a verdade).</p>
<p>Depois dessa, acabei deixando a ficção de lado. A essa altura, meu pai tinha terminado de ler <a title="Editora Unesp: Em Busca de El Cid" href="http://www.editoraunesp.com.br/titulo_view.asp?IDT=830" target="_blank">Em Busca de El Cid</a> (que eu tinha comprado pra ele na <a title="Letras Miúdas: Observações sobre a XI Feira de Livros da USP" href="http://lhys.org/letrasmiudas/2009/11/26/observacoes-sobre-a-xi-feira-de-livros-da-usp/" target="_blank">Festa do Livro da FFLCH</a>), então coloquei esse na fila. E achei super bacana, fora a parte que todas as pessoas da história medieval têm o mesmo nome. Estava tão entretida que até fui atrás daquele atlas histórico que a Folha publicou uns anos atrás (tinha um mapa lá que ajudava bastante). E lembrei o que é ler um livro com conteúdo acadêmico (sem redação acadêmica), mas divertido.</p>
<p>Mudando de <em>disciplina</em>, achei o <a title="Wikipedia: George's Secret Key to the Universe" href="http://en.wikipedia.org/wiki/George's_Secret_Key_to_the_Universe" target="_blank">livro infantil do Stephen Hawking</a> e a capa é tão brilhante que eu acabei lendo. O que foi bom, porque eu sinceramente esqueci metade de tudo o que tentaram me ensinar de ciências na minha vida.</p>
<p>(Ironicamente, <a title="Letras Miúdas: Como eu não arrumei um emprego" href="http://lhys.org/letrasmiudas/2010/04/03/como-eu-nao-arrumei-um-emprego/" target="_self">aquela prova do IAG</a> pedia para eu escrever um comentário sobre o último livro que eu tinha lido &#8212; e era o do Hawking. Mas achei que seria muita pagação e acabei escrevendo sobre o do El Cid mesmo.)</p>
<p>E aí eu voltei a assistir TV.</p>
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		<title>TV Relapse 2010</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Feb 2010 23:00:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lhys</dc:creator>
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		<category><![CDATA[tv]]></category>

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		<description><![CDATA[Ano passado, eu resolvi dar uma melhorada no meu comportamento televisivo. Cortei várias coisas questionáveis (sim, estou falando de One Tree Hill) e uma dose pesada de séries de mulherzinha (adeus, Grey&#8217;s Anatomy!). Para completar, algumas das minhas séries preferidas foram canceladas (snif, T:TSCC). Por conta dessa limpeza (voluntária e involuntária), estou meio que sem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="Letras Miúdas: TV Detox 2009" href="http://lhys.org/letrasmiudas/2009/04/17/tv-detox-2009/" target="_self">Ano passado</a>, eu resolvi dar uma melhorada no meu comportamento televisivo. Cortei várias coisas questionáveis (sim, estou falando de One Tree Hill) e uma dose pesada de séries de mulherzinha (adeus, Grey&#8217;s Anatomy!). Para completar, algumas das minhas séries preferidas foram canceladas (snif, T:TSCC).</p>
<p>Por conta dessa limpeza (voluntária e involuntária), estou meio que sem coisas para cortar neste ano. E as coisas meio que pioraram, porque a minha busca por metadona me levou a guilty pleasures (olá, 10 Things I Hate About You). Sem contar que as previsões iniciais parecem indicar mais renovações do que cancelamentos no meu grid particular. As minhas chances de detox estão em algumas séries mais ou menos estabelecidas (oi, House) que eu meio que não estou seguindo muito fielmente.</p>
<p>Mas vamos lá&#8230;</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-763" title="TV Relapse 2010" src="http://lhys.org/letrasmiudas/wp-content/uploads/2010/02/lm-tvchart2010-ABR.png" alt="TV Relapse 2010" width="495" height="495" /></p>
<p><span id="more-762"></span></p>
<p><strong><em>Versão abril/2010</em></strong><br />
<em>Estou tentando superar algumas coisas.</em></p>
<p><strong><em>Acabou</em></strong></p>
<ul>
<li>Sinto até culpa de ter sido cética com <strong>Dollhouse</strong> &#8212; ela acabou virando a melhor série da lista. Consequentemente, foi cancelada.</li>
</ul>
<p><strong><em>Detox?</em></strong></p>
<ul>
<li>Preciso parar de ver <strong>Heroes</strong>. Acho que o final do volume deu algum tipo de closure, e o começo do volume seguinte tirou o resto de vontade.</li>
<li><strong>FlashForward</strong> começou tão promissora&#8230; e agora eu não sei nem se terei coragem de ver os episódios que sobraram. A não ser que aconteça um milagre, corto.</li>
<li>Já <strong>Human Target</strong>&#8230; tá, o roteiro precisa melhorar bastante. Mas é tipo ver um filme do 007 com o Mark Valley. E todas as participações especiais do universo geek. Tipo, teve o William B. Davis.</li>
<li><strong>House </strong>não tem problemas de roteiros, mas quantas vezes eu preciso ver o Hugh Laurie resolvendo um mistério da medicina?</li>
<li>E <strong>Mentalist</strong> é tipo o House do CBI (aliás, metade das séries dos últimos cinco anos usa uma variação de Gregory House). O Simon Baker é divertido e tal, mas acho que não preciso acompanhar isso com muita vontade.</li>
<li>Falando em acompanhar com vontade, quantos anos já deu de<strong> CSI</strong>? Se nem o William Peterson aguentou, por que eu aguentaria?</li>
</ul>
<p><strong><em>Mais uma chance</em></strong></p>
<ul>
<li>Eu gostei de <strong>Party Down</strong>, mas faz tanto tempo&#8230; e não tem mais a Jane Lynch. Mas, vamos lá, enquanto o Rob Thomas não cria nada melhor&#8230;</li>
<li>E, enquanto a Amy Acker não aparece em nada melhor (aka &#8216;qualquer projeto do Joss Whedon&#8217;), vou tentar ver <strong>Happy Town</strong>. Sei-lá-quando isso estrear.</li>
<li>Mas acho que aposta cega mesmo é <strong>V</strong>. Ainda não mostrou a que veio, fora a parte de misturar todo o elenco de apelo sci-fi conhecido.</li>
</ul>
<p><strong><em>Por favor, fique</em></strong></p>
<ul>
<li>Falando em sci-fi, eu super melhorei a posição de <strong>Fringe</strong> no eixo X (em relação ao ano passado). Não pela conspiração, não pelo bizarro. Pelos Bishops. Os Bishops são ótimos.</li>
<li>Já <strong>Life Unexpected</strong> acabou de começar e é da CW, mas precisa ser renovado. Por quê? Porque tem a Shiri Appleby. Porque não existe mais Gilmore Girls. Porque eu não vejo mais OTH e mereço um guilty pleasure.</li>
</ul>
<p><strong><em>Agora vem a parte doentia</em></strong></p>
<ul>
<li>Dizem que <strong>Chuck</strong> não está em risco neste ano. Não vai precisar de campanhas bizarras no Subway nem nada do tipo. E eu sei que é tudo meio parecido, mas o Adam Baldwin é genial. E é engraçadinho. E tem JEFFSTER!.</li>
<li><strong>Castle </strong>também é considerado certeza. Eu sei que estou me livrando de seriados de crimes em geral, mas em Castle o crime é uma desculpa para passar 45 minutos com o Nathan Fillion. Super vale.</li>
<li>Falando em certeza,<strong> The Big Bang Theory</strong> foi renovado faz muito tempo. E a fórmula deve ter algum limite, mas vinte e poucos minutos por semana é encorajador. Gasta pouco tempo, sabe?</li>
<li><strong>Glee</strong> também foi renovado <em>e eu nem preciso falar nada</em>.</li>
<li>Eu preciso falar é de 1<strong>0 Things I Hate About You</strong>. Sim, eu entendo. A ideia parecia péssima. Mas é tão bonitinho. E também é curto. A relação custo/benefício é fantástica.</li>
<li>E, finalmente: eu prometo ver o <strong>Doctor Who</strong> (quando voltar com o 11º doctor). Nunca segui muito porque não peguei desde o começo e odeio começar as coisas na metade, mas vi o especial do final do ano passado com a troca de doctors e acho que chegou a hora.</li>
</ul>
<p>E é isso. Por favor, não tentem sugerir coisas novas. Se você souber como cortar mais algumas, me avise (eu tenho dificuldades para interromper o que eu já comecei).</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Confissão #31</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 18:09:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lhys</dc:creator>
				<category><![CDATA[confessionário]]></category>
		<category><![CDATA[sci-fi]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu sinto um pouco de angústia com viagens no tempo. Assim, viagens no tempo da ficção mesmo. Já que o tempo não é uma linha contínua, eu imagino tudo simultâneo. E aí eu imagino o Marty McFly preso em loops neste exato momento. Para sempre.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu sinto um pouco de angústia com viagens no tempo. Assim, viagens no tempo da ficção mesmo. Já que o tempo não é uma linha contínua, eu imagino tudo simultâneo. E aí eu imagino o Marty McFly preso em loops <strong>neste exato momento</strong>. <em>Para sempre</em>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>10 coisas que eu odeio em T4</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 15:23:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lhys</dc:creator>
				<category><![CDATA[Qualquer coisa]]></category>
		<category><![CDATA[caso perdido]]></category>
		<category><![CDATA[clássicos]]></category>
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		<description><![CDATA[Eu tinha alguma esperança com T4. Foi lá pela época em que T:TSCC tinha uma minúscula chance de ser renovada (o que obviamente não aconteceu). Por causa dessa esperança, eu senti alguma culpa por não ter ido ao cinema para assistir &#8220;Terminator Salvation&#8221; (mas a minha falta de amigos geograficamente práticos não é o assunto). [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu tinha alguma esperança com T4. Foi lá pela época em que T:TSCC tinha uma minúscula chance de ser renovada (o que obviamente não aconteceu). Por causa dessa esperança, eu senti alguma culpa por não ter ido ao cinema para assistir &#8220;Terminator Salvation&#8221; (mas a minha falta de amigos geograficamente práticos não é o assunto). Aí ontem eu resolvi assistir o tal filme e fiquei muito feliz&#8230; por não ter ido ao cinema. Lá se foi uma hora e meia da minha vida que eu nunca vou recuperar, mas pelo menos o prejuízo não incluiu a (meia-)entrada, a fila, a pipoca e a tentativa de achar alguém que fosse ao cinema comigo (de novo: minha falta de amigos geograficamente práticos não é o assunto).</p>
<p>Antes de mais nada, duas coisas:</p>
<p>a) Eu não sou uma purista completamente mala. Eu assisto &#8220;Star Wars&#8221; na edição nova sem entrar em polêmica sobre o Han Solo ter atirado primeiro, e assisto a prelogia sem ficar reclamando do Jar Jar Binks ou das habilidades dramáticas de todos os intérpretes de Anakin Skywalker. Eu assisti &#8220;Terminator 3: Rise of the Machines&#8221;. Eu adorava &#8220;Terminator: The Sarah Connor Chronicles&#8221;. Resumindo: eu não vou discursar que nada vai ser melhor que &#8220;Terminator 2: Judgment Day&#8221;.</p>
<p>b) A partir deste momento, não vou me preocupar se você conseguiu demorar mais do que eu e ainda não viu T4. Vou falar do final do filme (que, surpreendentemente, eu não tinha ouvido até ontem) sem nenhuma culpa.</p>
<p>Se você ainda liga: <strong>as 10 coisas que eu odeio em T4:</strong><span id="more-651"></span></p>
<p>1) <em>O John Connor do Christian Bale</em> – como tantas outras pessoas, eu achei que o Bale seria uma coisa boa para T4. O Nick Stahl é meio limitado, e desisti da campanha pelo retorno do Edward Furlong porque <a title="MySpace: Edwardfurlongforever" href="http://viewmorepics.myspace.com/index.cfm?fuseaction=viewImage&amp;friendID=63372957&amp;albumID=629457&amp;imageID=381050" target="_blank">esta pessoa</a> não tem cara de salvador da humanidade. E, sei lá, o Christian Bale tem bagagem dramática e tal. Mas o resultado é que o John Connor é&#8230; dramático. E meio sem graça. Eu entendo que a vida está dura em 2018, mas nem um programa de rádio vai consertar aquela falta de carisma (o &#8220;future John&#8221; descrito pela Cameron era infinitamente mais interessante). Como líder, John Connor é o cara-que-está-lá-na-frente. Ele precisa responder aos <span style="text-decoration: line-through;">senadores</span>, digo, generais! Tanto trabalho da Sarah Connor jogado no lixo.</p>
<p>2) <em>Cadê a viagem no tempo que estava aqui?</em> – olhe bem para <a title="InformationIsBeautiful.net: Timelines – Time travel in popular film and tv" href="http://cache.gawker.com/assets/images/io9/2009/08/timetravel_960.gif" target="_blank">este gráfico maravilhoso</a> (aliás: encomendei ontem <a title="InformationIsBeautiful.net: The Visual Miscellaneum" href="http://www.informationisbeautiful.net/book/" target="_blank">este livro aqui</a>, que está em pré-venda). Achou &#8220;Terminator&#8221;? Achou T2? Achou T3? E, se você não souber, também tem timetravel em T:TSCC. Agora procure T4 nesse gráfico. Pois é, nada de viagem no tempo. E tudo bem que os robôs são o foco da fraquia (não é &#8220;Back to the Future&#8221;), mas viagem no tempo continua fazendo parte. No caso de Terminator, aliás, quanto maior o paradoxo, melhor. Mas talvez alguém tenha achado que viagens no tempo atrapalhariam toda a dramaticidade do filme. Afinal de contas, <span><span><a title="Twitter: @deniscp" href="http://twitter.com/deniscp/statuses/3595140380" target="_blank">timetraveling is fucking distracting</a>.</span></span></p>
<p><span><span>3) <em>A personalidade da </em></span></span><em>Kate Brewster</em> – reproduzo o comentário que ouvi do <a title="Twitter: @deniscp" href="http://www.twitter.com/deniscp" target="_blank">@deniscp</a> ontem: &#8220;<span><strong></strong><span>nunca pensei que diria isso, mas eu quero a Claire Danes de volta&#8221;</span></span>. A Kate Brewster já incomodava um pouco em T3, mas lamento dizer que Bryce Dallas Howard tem menos atitude que a Claire Danes. A Kate Brewster da Danes mandou um terminator para o passado/presente. Mandou no John Connor (Stahl) perdidaço. A Kate Brewster da Howard é uma grávida letárgica. A Sarah Connor ficaria decepcionadíssima com a nora. Mesmo que ela tenha sido a única mulher presa no abrigo.</p>
<p>4) <em>Senso de humor? Eu?</em> (outra do <a title="Twitter: @deniscp" href="http://www.twitter.com/deniscp" target="_blank">@deniscp</a>) – não me importa se não é uma comédia. Não é para ser comédia. Não precisa ser comédia. Não precisa de um alívio cômico óbvio e ineficiente como Jar Jar Binks. Mas o roteiro simplesmente não tem nenhuma graça. O que significa uma falta de <em>wit</em> nos personagens. De novo: eu entendo que 2018 seja uma droga, mas o mínimo de sarcasmo sobreviveria ao dia do julgamento. Até o futuro matrixiano, que também é uma droga (e T4 ficou <em>beeeem</em> parecido), tem um pouco.</p>
<p>5) <em>O plano criativo da Resistência</em> – <span style="text-decoration: line-through;">o Império</span>, quero dizer, a Skynet deixou vazar <span style="text-decoration: line-through;">os planos da Estrela da Morte</span>, quero dizer, uma possível arma contra as máquinas para que <span style="text-decoration: line-through;">os rebeldes</span> a Resistência tentasse<span style="text-decoration: line-through;">m</span> destruir a arma. O objetivo, é claro, era deixar <span style="text-decoration: line-through;">os rebeldes</span> a Resistência vulnerável a um ataque final <span style="text-decoration: line-through;">do Império</span> das máquinas. Mas tudo bem. <span style="text-decoration: line-through;">Luke Skywalker</span> John Connor dá um jeito de evitar o apocalipse. Mas alguém me explica outra coisa: como é que a Skynet nunca foi capaz de encontrar a porcaria do sinal do programa de rádio do John Connor?</p>
<p>6) <em>John Connor odeia as máquinas. Odeia!</em> – a reação do John Connor ao Marcus não é&#8230; <em>consistente</em>. Sim, o John Connor está em guerra contra as máquinas. Ele passou a vida tentando evitar/destruir a Skynet. Mas ele mesmo não é máquina e, portanto, tem todo o direito de ser confuso e ambíguo. E John Connor sempre foi confuso e ambíguo. Ele foi criado para ser ótimo com computadores. O John Connor do Edward Furlong ficou apegado ao Terminator-Arnie em apenas um filme. Uma coisa meio figura paterna, provavelmente. O apego é tanto que, em T3, o Terminator-Arnie explica que foi usado para matar o John Connor justamente por causa do rosto familiar. Sim, estou usando a lógica de T3 para argumentar contra T4 – <em>that&#8217;s how bad it is</em>. E o &#8220;future John&#8221; de T:TSCC (aquele que ninguém conheceu, mas que foi eventualmente comentado por Cameron e Jessie) confiava mais na bot do que nas pessoas.</p>
<p>7) <em>A falta de um terminator de verdade</em> – vilões são mais legais do que o Batman, terminators são mais legais do que as pessoas. Em T4, nossa dieta de robôs é basicamente restrita ao Marcus (sim, existem outros bots, mas são&#8230; <em>figurantes</em>). E ele melhora bastante ao longo da história (aquele começo gritando me incomodou, mas a tentativa de replicar a relação Arnie-Furlong com o teenageKyle não é tão ruim). Mas tem dois problemas com o Marcusbot: a) ele não é um terminator de verdade; ele não tem uma missão de matar ninguém e luta como uma pessoa-muito-forte, não um robô; b) uma parte importante da graça dos terminators são eles se descobrindo gente – o Furlong ensinando o Arnie a falar &#8220;Hasta la vista, baby&#8221;, a Cameron dançando balé –; o soldado se descobrindo bot não funcionou tão bem.</p>
<p>8&#41; <em>Marcus meets his maker</em> – Marcus coloca a mão no terminal e encontra todas as informações do mundo. O dia do julgamento, onde está Kyle Reese. Mas, para entender o como-assim-eu-sou-um-robô, ele precisa de uma conversa com <span style="text-decoration: line-through;">o Arquiteto</span>, quero dizer, <span style="text-decoration: line-through;">a Bellatrix Lestrange</span>, quero dizer, a Dra. Kogan, quero dizer, Skynet se apropriando de um rosto familiar para contar qual era a sua missão. Afinal de contas, até dá para aprender kung fu via USB – mas não dá para discutir o sentido da vida e o destino do universo sem um bom papo.</p>
<p>9) <em>Stop being such a girl!</em> – deve ser culpa do <a title="YouTube: Joss Whedon's Equality Now speech" href="http://www.youtube.com/watch?v=cYaczoJMRhs" target="_blank">Joss Whedon</a>, mas eu espero uma strong-women-character nesse tipo de coisa. Em Terminator, a Sarah Connor teve que ser resgatada no começo, mas ficou forte – o auge óbvio é T2. Em T3, como a Sarah Connor não estava mais lá, fizeram a Kate Brewster fazer alguma coisa e colocaram uma she-terminator. Em T:TSCC temos as duas coisas: a Sarah Connor (que, apesar de não ser mais a Linda Hamilton, tinha suas qualidades) e a she-terminator aka riverbot aka Cameron (aka Summer Glau). Aí, em T4, a Kate Brewster é a grávida letárgica (ver #3). Então tentaram salvar isso com a Blair Williams (aquela que se apaixona perdidamente pelo bot em menos de 2 dias), mas ela não é lá muito importante.</p>
<p>10) <em>Mi corazón, tu corazón</em> – até aqui, eu estava sobrevivendo. Você estava sobrevivendo. Não é lá uma obra-prima, mas o que você esperava do McG? Era um filme com robôs e explosões e armas, e embora faltasse um diálogo inteligente e um personagem gostável&#8230; ainda não dava aquela vontade de apagar T4 da memória para ocupar meu cérebro com coisas mais importantes. Tipo T3. Só que aí chegamos na <em>cena final</em> da coisa. John Connor precisa de um coração e não viverá o suficiente para ir até Oz procurar o dele. Então eis que Marcus oferece o coração dele. Gente, esse negócio de coração disponível pra transplante é o fim. Aquele filme com o David Duchovny? O mundo podia ter ficado sem. Também podia ter ficado sem essa no final de &#8220;Eli Stone&#8221;. Quando fizeram isso em &#8220;Pushing Daisies&#8221; (&#8220;Corpsicle&#8221;), rolou um humor negro. Quando fizeram isso em T4, rolou uma pausa para vômito.</p>
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		<title>TV Detox 2009</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Apr 2009 02:17:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lhys</dc:creator>
				<category><![CDATA[Qualquer coisa]]></category>
		<category><![CDATA[planos]]></category>
		<category><![CDATA[sci-fi]]></category>
		<category><![CDATA[tv]]></category>

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		<description><![CDATA[Acho que poucas coisas atrasam tanto a minha vida quanto o mundo maravilhoso dos torrents. Entre ver o que passou, iniciar os downloads, acompanhar com alguma ansiedade a velocidade da coisa, assistir e depois ainda fazer backups&#8230; é, acho que poucas coisas atrasam tanto a minha vida. Depois de perceber o problema (e também porque [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acho que poucas coisas atrasam tanto a minha vida quanto o mundo maravilhoso dos torrents. Entre ver o que passou, iniciar os downloads, acompanhar com alguma ansiedade a velocidade da coisa, assistir e depois ainda fazer backups&#8230; é, acho que poucas coisas atrasam tanto a minha vida.</p>
<p>Depois de perceber o problema (e também porque estou numa fase super culta de ler livros), decidi reduzir a quantidade de séries que eu assisto.</p>
<p>[update]<em>Atualizei a chart em 22 de maio, pós-anúncios dos canais. </em>[/update]</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-507" title="tvdetox-update" src="http://lhys.org/letrasmiudas/wp-content/uploads/2009/04/tvdetox-update3.png" alt="tvdetox-update" width="495" height="495" /></p>
<p>Explicações detalhadas? Claro&#8230;<span id="more-449"></span></p>
<p><strong>As canceladas</strong></p>
<p>Felizmente (ou nem tanto), os canais já me ajudaram cancelando <em>Pushing Daisies</em>, <em>Eli Stone</em> e <em>Terminator: The Sarah Connor Chronicles</em> (sentirei muitas saudades da Riverbot). <em>T:TSCC</em> ainda não está completamente cancelada (dizem por aí que existe uma possibilidade minúscula, dependendo de <em>Terminator: Salvation</em>, em maio, mas ninguém mais acredita nisso).</p>
<p>Existem ainda duas séries que eu coloquei na fila para assistir suas únicas (semi-)temporadas: <em>Trust Me</em> (adoro o Tom Cavanagh) e a versão norte-americana de <em>Life on Mars</em>. Fica para quando eu estiver entediada.</p>
<p><strong>As vetadas</strong></p>
<p>Outras coisas não estão nem perto do cancelamento, mas serão excluídas definitivamente da minha lista: <em>Grey&#8217;s Anatomy</em> e <em>Desperate Housewives</em>. Sem um mísero robô carismático entre os personagens, essas duas já me cansaram. E, já que <em>GA</em> está indo para o saco, acho que posso continuar ignorando <em>Private Practice</em> (tentei assistir, mas não deu certo).</p>
<p>Aproveitando que estou cortando essas &#8220;séries para mulher&#8221;, também me comprometo a parar de assistir <em>One Tree Hill</em> e <em>90210</em>, que são possivelmente as duas coisas mais constrangedoras do meu torrent. Voltei a assistir <em>OTH</em> na quinta temporada porque ia rolar aquele jump para o pós-faculdade, mas realmente não esperava que fosse durar tanto tempo depois disso &#8212; e, parece, a sétima temporada vai mesmo acontecer. Já <em>90210</em> eu decidi assistir porque ia ter aquele reencontro Brenda-Kelly. Agora, vou esperar a Donna aparecer e sair de perto.</p>
<p><strong>As possíveis baixas</strong></p>
<p><em>Castle</em> não está indo tão mal assim na audiência, mas eu meio que não ando assistindo porque não está na minha lista de prioridades. É provável que eu mantenha porque tem o Nathan Fillion, mas não sei se a ABC pensa a mesma coisa.</p>
<p>Já <em>Fringe</em>&#8230; preciso assistir a primeira temporada (está na fila) para decidir se continuo ou não. Acho que já vi <em>Arquivo-X</em> demais para uma vida só, e acho que Fringe não pode ser melhor do que <em>Arquivo-X</em> nos seus melhores anos (ser melhor do que a nona temporada não significa nada). Mas perder <em>T:TSCC</em> pode causar uma busca sem critérios por um pouco de sci-fi televisivo.</p>
<p>Além dessas, tem outras duas séries que eu preciso avaliar melhor. Até quero dar uma nova chance para o novo <em>Cupid</em>, quero ver alguma coisa do Rob Thomas (já que não podemos ter <em>Veronica Mars</em>&#8230; mas <em>Party Down</em> pode resolver esse problema), mas não sei se é uma boa ideia continuar insistindo nisso. Também preciso pensar melhor sobre <em>Reaper</em>. É divertida, mas não tem nenhum potencial de virar uma série preferida.</p>
<p>Infelizmente, a lista de possíveis baixas traz três coisas que eu realmente queria continuar assistindo &#8212; mas que andam com audiências ruins. <em>Dollhouse</em> (<a title="EW: Joss Whedon: made for basic cable?" href="http://popwatch.ew.com/popwatch/2009/04/joss-whedon-dol.html">Joss Whedon definitivamente precisa ir para a TV a cabo norte-americana</a>), <em>Chuck</em> e <em>Life</em>.</p>
<p><strong>As garantidas</strong></p>
<p>Acho que <em>The Big Bang Theory</em> é a única série realmente renovada na minha lista de torrent.</p>
<p>Entre as que eu assisto pela TV mesmo, <em>CSI</em>, <em>House</em> e <em>The Mentalist</em> também têm números bons e devem continuar. E acho que eu ainda não vou desistir completamente dessas, por enquanto.</p>
<p><em>Heroes</em> até está perigando e ainda não foi renovada, mas deve ter mais um ano para estragar tudo de vez (a não ser que Bryan Fuller realize um pequeno milagre da televisão e consiga fazer isso ficar bom).</p>
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		<title>Confissão #5</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Mar 2008 05:50:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lhys</dc:creator>
				<category><![CDATA[confessionário]]></category>
		<category><![CDATA[Japão]]></category>
		<category><![CDATA[sci-fi]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando eu ouço &#8220;Kasato Maru&#8221; (aka navio que trouxe os primeiros imigrantes japoneses ao Brasil), eu ignoro toda a herança oriental e penso em &#8220;Piper Maru&#8221; (nome de episódio do &#8220;Arquivo X&#8221;).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando eu ouço &#8220;Kasato Maru&#8221; (aka navio que trouxe os primeiros imigrantes japoneses ao Brasil), eu ignoro toda a herança oriental e penso em &#8220;Piper Maru&#8221; (nome de episódio do &#8220;Arquivo X&#8221;).</p>
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